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  1. O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. As regras têm como objetivo proteger o investimento feito pelo Estadão na qualidade constante de seu jornalismo. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link: https://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,classe-artistica-fala-sobre-a-escolha-de-regina-duarte-para-a-secretaria-de-cultura,70003166111?utm_source=twitter:newsfeed&utm_medium=social-organic&utm_campaign=redes-sociais:012020:e&utm_content=:::&utm_term=
  2. Por Cristiana Lôbo Jornalista, acompanha de perto os bastidores do governo e a política brasileira. Comentarista do 'Jornal das Dez', da GloboNews Regina Duarte aceita convite para secretaria de Cultura de Bolsonaro, dizem interlocutores 20/01/2020 15h03 Atualizado há 16 minutos Presidente Jair Bolsonaro e ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, em reunião com Regina Duarte — Foto: Reprodução A atriz Regina Duarte aceitou o convite feito pelo presidente Jair Bolsonaro para a Secretaria de Cultura do governo federal. A decisão foi confirmada ao blog por membros da classe artística. Os dois se reuniram nesta segunda-feira (20), no Rio de Janeiro. Após a reunião, o Palácio do Planalto confirmou que Regina irá a Brasília na quarta-feira (22) para conhecer a estrutura da Secretaria Especial de Cultura – mas não cravou que ela assumirá o cargo. O comunicado do Planalto diz: Pela manhã, Regina publicou em rede social que teria uma conversa "olho no olho" com o presidente da República. "Olha só , querido seguidor, que dia importante para ter sido chamada ao Rio para uma conversa 'olho no olho' do nosso Presidente da República", dizia a postagem. "De tudo quero tirar uma lição , um aprendizado . E vambora ! Com muito amor no coração", concluiu a atriz.
  3. Volviendo al tema el Duvivier sacó a colación una foto de la Duarte, la Gabriela y Fidel. Yo quedé negra que ella y Daniel Filho fueron pareja.
  4. Para que no me pelen que hablo de política en novelas, hubo una batahola con las declaraciones de Thiago Martins y las cotas POLÊMICA Criticado por declaração sobre cotas raciais, Thiago Martins se defende: "Sou contra o sistema" Ator da novela das nove se pronunciou nas redes sociais após sua entrevista ao canal "Na Real com Bruno De Simone" repercutir negativamente 17/01/2020 - 19h50minAtualizada em 17/01/2020 - 19h57min GAÚCHAZH Thiago Martins está no elenco de "Amor de Mãe", no papel de RyanJoão Cotta / TV Globo/Divulgação O ator Thiago Martins, que interpreta Ryan em Amor de Mãe, levantou polêmica nas redes sociais ao falar sobre cotas raciais. Em entrevista ao canal "Na Real com Bruno De Simone", o artista foi incitado a falar do preconceito na sociedade e, com isso, disse que não concorda com as cotas. Na tarde desta sexta-feira (17), horas depois da conversa repercutir negativamente nas redes sociais, Martins publicou uma série de tuítes defendendo que é "contra o sistema, e não contra as cotas". "Sou cria da Favela do Vidigal, tenho consciência da minha cor e vi de perto a discriminação. Aliás, vejo até hoje! Tenho amigos do 'Nós do Morro' que não tiveram a mesma oportunidade que eu e isso só reforça que o preconceito não acabou", escreveu. LEIA MAIS Hoje em "Amor de Mãe": Vitória faz revelação sobre Vinícius Anitta fará participação especial em "Amor de Mãe" Na sequência, ele falou que "cotas não são esmolas" e que acredita que "o Brasil só vai pagar sua dívida histórica quando tiver políticas públicas que garantam a todos igualdade". "Enquanto os negros não forem maioria nas unidades e nos lugares de poder, nada vai mudar", finalizou o ator. Veja a sequência de tuítes: 86 pessoas estão falando sobre isso Veja outros Tweets de Thiago Martins Veja outros Tweets de Thiago Martins 32 pessoas estão falando sobre isso Entenda o caso Em entrevista ao canal ao canal "Na Real com Bruno De Simone", na semana passada, Thiago Martins se mostrou contra as cotas ao explicar que o negro "bem-sucedido no Brasil ou é jogador de futebol ou a música muda o caminho dele". — O negro não tem o espaço que nós brancos temos. Eu tenho muitos amigos negros e a gente conversa muito sobre isso. A cota me machuca, por exemplo, isso dói. Isso dói porque a cor da pele não muda nossa inteligência e nosso caráter, nós somos iguais. A única coisa que muda é nossa pele — começou. A seguir, ele aponta que não concorda com uso de cotas em universidades: — Para quê existe cota para os negros? Não! Universidade e escola têm que ser para todo mundo. Emprego tem que ser pra todo mundo. A gente vê exemplos de negros bem-sucedidos pelo país, tanto na música, quanto no futebol, quanto sendo empresário, sendo advogado. Por que tiveram a chance e aproveitaram. Hoje eu aplaudo realmente os discursos. Nas redes sociais, o ex-BBB Danrley e outros usuários ficaram indignados com as declarações do ator da Globo: 1.349 pessoas estão falando sobre isso 158 pessoas estão falando sobre isso 141 pessoas estão falando sobre isso 553 pessoas estão falando sobre isso Veja outros Tweets de ARTH Veja outros Tweets de ALEFE BARBOSA
  5. Além de Calmon e Aguinaldo, Globo aposenta Maneco e “encosta” Negrão e Benedito Renovação do quadro de autores e ajuste financeiro afeta dramaturgia da emissora Por Duh Secco - 18 de janeiro de 2020 - 14:00 0 Compartilhar no Facebook Tweet Benedito Ruy Barbosa e Walther Negrão seguem na Globo, sem previsão de novos trabalhos (Imagens: João Miguel Júnior – Estevam Avellar / Globo) Recentemente, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, Silvio de Abreu, hoje diretor do núcleo de dramaturgia da Globo, comentou a necessidade de renovar o quadro de autores e manter o gênero novela vivo. Tal reformulação passa também pela idade avançada de alguns dos mais renomados profissionais da escrita televisiva e pela reconfiguração econômica da emissora – que afetou também o banco de atores, com a baixa de talentos como Malu Mader e Giulia Gam. Antonio Calmon (74), trabalhando com TV desde Armação Ilimitada (1985), deixou a casa tempos atrás. Calmon foi um dos autores mais requisitados na década de 1990, respondendo por êxitos das 19h; muitos deles, exibidos na mesma época dos clássicos de Aguinaldo Silva (76) às 20h. Aguinaldo, lançado como roteirista em Plantão de Polícia (1979), concretiza sua saída no bissexto 29 de fevereiro. Seu próximo passo profissional ainda é mistério. Há, no entanto, veteranos que seguem sob contrato mesmo estando fora do ar. É o caso de Manoel Carlos (86), conforme adiantado pela coluna de Leo Dias. O último trabalho de Maneco foi a supervisão da série Não Se Apega, Não (2015), do Fantástico. O mesmo deve se dar com Benedito Ruy Barbosa (88) e Walther Negrão (78). A coluna recebeu a informação de que Benedito e Negrão haviam, assim como Aguinaldo Silva, deixado a Globo. Consultada, a emissora afirmou que ambos estão sob contrato. Não há, porém, projetos previstos para os dois. Manoel Carlos, Benedito Ruy Barbosa e Walther Negrão foram alguns dos responsáveis pela consolidação do canal na década de 1970. O primeiro, além de novelas, respondeu pela linha de shows – foi, por três anos, diretor-geral do Fantástico. Os outros dois assinaram novelas: Benedito estreou na casa com Meu Pedacinho de Chão (1971), parceira com a TV Cultura; Negrão, comandando a reformulação de A Cabana do Pai Tomás (1969), escrita por Hedy Maia. Dos remanescentes desta época, apenas Gilberto Braga (74) segue em atividade. Ele está envolvido na adaptação do romance Vanity Fair, da obra de William Makepeace Thackeray. O projeto para às 18h, provisoriamente batizado Feira das Vaidades, conta com participação de Denise Bandeira e Maria Elisa Berredo. Para a mesma faixa, uma sinopse de Bruno Luperi, neto de Benedito Ruy Barbosa – provavelmente Arroz de Palma, desenvolvida em parceria com a mãe Edmara. A todo vapor Cabe lembrar que, da “segunda leva” de autores da Globo, todos estão em movimento. Alcides Nogueira é cotado para às 18h, com uma adaptação de A Intrusa, romance de Júlia Lopes de Almeida. Maria Adelaide Amaral idem, respondendo pela transformação da supersérie O Selvagem da Ópera em novela, também das 18h. Gloria Perez prepara sua próxima incursão às 21h. E Ricardo Linhares desenvolve duas séries, baseadas no livro Cacau, de Jorge Amado, e na novela O Grito (1975), de Jorge Andrade. Fica a dica I A coluna é palpiteira, vocês sabem – na última segunda-feira (13), sugeri três opções para a faixa do insosso Se Joga. “Aconselho” a Globo a apostar em seus veteranos no streaming. Por que não produzir séries de Benedito Ruy Barbosa, Manoel Carlos e Walther Negrão para o Globoplay, baseada em clássicos dos autores ou a partir de novas ideias, desenvolvidas em parcerias com novos talentos? O mesmo vale para tal plataforma, a Netflix e serviços similares com os “sem contrato” Aguinaldo Silva, Carlos Lombardi, Lauro César Muniz e Marcílio Moraes; os três últimos, ex-Record. Globoplay disponibiliza especial com melhores momentos do quadro Isso a Globo Não Mostra, do Fantástico (Imagem: Reprodução / Globo) Livre acesso O quadro Isso a Globo Não Mostra, do Fantástico, está de férias. Para os saudosos, vale acompanhar o especial de 25 minutos disponível no Globoplay, exibido na madrugada do último dia 29. Aliás, é uma pena que Isso a Globo Não Mostra não esteja no ar agora, no momento em que Jair Bolsonaro demite o Secretário de Cultura Roberto Alvim, após um vídeo polêmico – e odioso – com claras referências ao nazismo, e convida Regina Duarte para o cargo. Estará Regina preparada para o “escárnio da opinião pública”, como sua Clô Hayala de O Astro (2011), ao estreitar laços com o tão controverso presidente? Fábio Porchat (Orlando) e Gregório Duvivier (Jesus) no especial de Natal do Porta dos Fundos, A Primeira Tentação de Cristo (Imagem: Reprodução / Netflix) Fica a dica II Por falar em humor, o polêmico especial de Natal do Porta dos Fundos para a Netflix, A Primeira Tentação de Cristo, rendeu um excelente artigo de Vincent Villari – autor de Ti-ti-ti (2010), Sangue Bom (2013) e A Lei do Amor (2016) – para a Folha de São Paulo. O filme, como se sabe, rendeu atentados criminosos à produtora do Porta no Rio de Janeiro e chegou a ser proibido por um desembargador do Rio de Janeiro; espécie de censura posteriormente coibida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli. Vale a leitura. Armando Babaioff, destaque como Thales em Ti-ti-ti, ao lado de André Arteche, o Julinho (Imagem: Rafael Silva / Globo) Memória Aliás, houve quem apontasse a queda de Ti-ti-ti (1985) no Canal Viva à possível reprise do remake em Vale a Pena Ver de Novo, logo após Avenida Brasil (2012). Não há nenhum movimento neste sentido, por enquanto. A coluna cita o sucesso das 19h, que merece muito o repeteco, como forma de enaltecer o grande Armando Babaioff, brilhando como Diogo de Bom Sucesso. Ti-ti-ti trouxe Babaioff como Thales, homossexual que, antes do beijo gay de Félix (Mateus Solano) e Niko (Thiago Fragoso) em Amor à Vida (2013), encantou os telespectadores ao aceitar sua condição e disparar um “eu te amo“, em público, para Julinho (André Arteche). Milhem Cortaz (Matias) e Débora Lamm (Miranda) em Amor de Mãe; casal cômico propõe discussão pertinente (Imagem: Reprodução / Globo) Ligo Na trama de Matias (Milhem Cortaz) e Miranda (Débora Lamm) em Amor de Mãe. Por trás do alívio cômico da novela das 21h, está a figura do machista frágil, aquele que atribui à amante (Jane, Isabela Teixeira) a traição que compete a ele, comprometido. E que reage atônito quando submetido à mesma situação – quase o mesmo diálogo, inclusive, em posições invertidas. É um tema relativamente novo, especialmente na faixa que, nos últimos anos, privilegiou o deboche acerca de ricos obrigados a conviver com a pobreza – Feliciano (Marcos Caruso), de A Regra do Jogo (2015) –, racismo e homossexualidade – Nádia (Eliane Giardini) e Samuel (Eriberto Leão), de O Outro Lado do Paraíso (2017) –, banalizando discussões importantes. A trama de Matias e Miranda ainda encontrou eco no núcleo de Penha (Clarissa Pinheiro) e Wesley (Dan Ferreira). Para não admitir uma traição, como o médico fez, o policial revelou à companheira a participação de Magno (Juliano Cazarré) em um crime ainda não esclarecido. Um ponto fora de curva que acabou por humanizar o até então perfeitinho homem da lei.
  6. Las brasileñas habían perdido mucho terreno en Pasiones, yo quedé negra cuando supe. De hecho en Pasiones US ya la dieron y ahora dan OOLDP.
  7. Igual a Cassiano lo tiraron a las 20 porque ya no quedaban autores ( me refiero a Champagne que le fue ahí no más) y en 1991 con Meu Bem Meu Mal dicen los que la vieron en VIVA que envejeció pésimo.
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