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MUNDO BRASILEÑO - Febrero

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116 respuestas a este tema

#1
Ivo Zlatar

Ivo Zlatar

    Forista Deluxe

  • Moderador
  • 56.045 Mensajes
  • Sexo:Hombre
  • Ubicación:Santiago

MBRASILENO-17.jpg





#2
Mahler

Mahler
  • Sexo:Hombre
  • Ubicación:Mansão Mahler
Miércoles 31 de enero

Globo

Celebridade 14,5
Malhação 18,7
Tempo de Amar 21,2
SP2 22,8
Deus Salve o Rei 23,0
Jornal Nacional 27,8
O Outro Lado do Paraíso 37,3

Récord

Luz do Sol 5,6
Bicho do Mato 5,4
Cidade Alerta 6,9
Os Dez Mandamentos 8,0
Apocalipse 7,1

SBT

Carinha de Anjo 9,2
Chiquititas 11,3


#3
Mahler

Mahler
  • Sexo:Hombre
  • Ubicación:Mansão Mahler
Jueves 1 de febrero

Globo

Celebridade 14,0
Malhação 18,8
Tempo de Amar 21,8
SP2 24,6
Deus Salve o Rei 24,8
Jornal Nacional 33,1
O Outro Lado do Paraíso 41,8

Récord

Luz do Sol 5,1
Bicho do Mato 5,2
Cidade Alerta 6,8
Os Dez Mandamentos 8,5
Apocalipse 6,8

SBT

Carinha de Anjo 10,3
Chiquititas 8,5


#4
Mahler

Mahler
  • Sexo:Hombre
  • Ubicación:Mansão Mahler
Portadora de esclerose múltipla há nove anos, Ana Beatriz Nogueira decide romper o segredo para combater o preconceito

anabeatriz.jpg

Ana Beatriz Nogueira construiu um pequeno palco em seu apartamento, na Gávea. É lá que transcorrem as leituras da peça Mordidas, versão de Miguel Falabella de um texto do argentino Gonzalo Demaría. A partir de abril, a atriz dividirá a cena com Zélia Duncan, Regina Braga e Luciana Braga. Essa atividade intensa quase diária só é interrompida pela agenda de gravações da próxima temporada de Malhação. É uma participação, porque a partir de junho, a atriz começará a preparação para a novela das 21h de Aguinaldo Silva (com quem sempre sonhei trabalhar"). Tanta energia é extraída de uma adoração profunda pela profissão que exerce há 32 anos. Com motivos: ela lhe trouxe grandes alegrias desde cedo, uma delas, o Urso de Prata no Festival de Cinema de Berlim, pelo filme Vera, conquistado aos 20 anos. Mas a disposição não vem apenas disso: o amor pela arte se soma a uma disciplina férrea. Ela é imprescindível para manter sob controle a esclerose múltipla em sua forma surto-remissão, diagnosticada em 2009, quando Ana Beatriz fazia Caminho das Índias.

A arte me salva todos os dias. Já me salvava antes, agora, mais ainda afirma.

O primeiro surto aconteceu em janeiro de 2009. Ela estava em casa, vendo um filme na madrugada, quando sentiu a visão duplicar.

Achei que a legenda da televisão estava ruim. Mas, no dia seguinte, não tinha melhorado e procurei o médico. Ele disse que isso se chama diplopia e poderia ter inúmeras causas. Concluiu que era o efeito colateral de um remédio para dormir que eu estava tomando. Me tranquilizou e garantiu que passaria com a suspensão do medicamento.

Dias depois, na festa do lançamento da novela de Gloria Perez no Parque Lage, Ana Beatriz precisou da ajuda de Tony Ramos e da mulher dele, Lidiane, para subir as escadas e chegar ao salão do palacete:

Lá dentro, pedi à Silvinha (Buarque) para me levar até um canto. Acabei num grupinho em que estava Leda Nagle acompanhada de dois oftalmologistas, olha a ironia. Conversamos o tempo inteiro. Passados uns 15 dias, minha visão acabou voltando ao normal e atribuí o episódio às razões que o médico tinha apontado.

Só que, mais adiante, quando Caminho das Índias já estava no meio, veio o segundo surto. Ela se recorda de uma cena com Antonio Calloni, seu marido na novela. Ela teria que atravessar o estúdio e levar uma garrafa de champanhe até Vera Fischer, que aguardava parada do lado oposto.

Eu estava vendo duplo e embaçado. Pedi ao Calloni para me dizer de que lado estava a Vera: eu via duas Veras. Ele sinalizou, tirei uma reta e fui.

De novo, procurou ajuda especializada. Fez uma ressonância magnética e um exame de líquor, um procedimento recomendado para o diagnóstico de doenças neurológicas. Passou três dias no hospital em pulsoterapia (recebendo altas doses de cortisona por via venosa). O exame deu positivo para esclerose múltipla, mas o médico insistiu que era um falso positivo. Depois, passou por 300 exames de vista e nada foi concluído. Dias mais tarde, os sintomas sumiram. Só em novembro, quando veio o terceiro surto, atendida por outra neurologista, soube de fato a causa daquilo tudo.

Todos os três (e únicos) surtos que tive foram visuais. O último se mostrou o mais angustiante: eu realmente não enxergava nada. Mas, àquela altura, ainda bem, tinha encontrado uma médica que fez o diagnóstico definitivo.

De início, veio o choque:

Achei que era o fim. Como atriz, meu corpo é meu instrumento de trabalho, meu tudo, dependo da minha visão, da audição, das funções cognitivas. O trabalho é minha festa, minha fonte de renda, minha alegria, minha beleza. Partimos para o tratamento. Fiquei dois meses de cama, me senti debilitada. Sabe quando somem os tapetes vermelhos, que são aqueles sonhos bonitos que você tem quando está quase adormecendo? Foi assim que aconteceu.

O prognóstico, representou, por outro lado, um alívio:

A médica também me disse: Você tem esclerose múltipla, uma doença autoimune que não tem cura e pode ser incapacitante. Mas a sua é na forma branda, o prognóstico é muito bom e você pode controlar isso e morrer de tijolada!.

Por tudo isso, decidiu: vou sair dessa cama!. A reação veio em forma de um monólogo, Tudo o que eu queria te dizer, um texto de Martha Medeiros em que foi dirigida por Victor Garcia Peralta (com quem está reeditando a parceria agora, em Mordidas).

Quando eu vi, já estava fazendo. De lá para cá, nunca trabalhei tanto na vida.

Amigos próximos entre os quais, Patricia Pillar, Denise Bandeira, Zélia Duncan, Malu Mader e Luiz Henrique Nogueira aprenderam a aplicar a injeção de imunomodulador de que ela precisa para nunca mais ter surtos (A gente treinava dando agulhada em laranjas, ri). A medicação e a obrigação de fazer ginástica (detesto, mas me esforço), o calor às vezes excessivo (contorno usando uma pedrinha de gelo nos pulsos e no pescoço) e a fadiga são as únicas alterações na rotina. No mais, ela é igual à de qualquer profissional no auge da carreira. A decisão de tornar pública sua condição é fruto de um processo. Durante anos, temeu o preconceito. Só o círculo restrito de amigos, o irmão Gustavo, uma tia, Helô, e Carlos Henrique Schroder (diretor geral da Globo) e Monica Albuquerque (responsável pelo Departamento de Desenvolvimento Artístico na emissora) sabiam e a apoiavam. Agora, com a doença sob controle, concluiu que poderia ajudar a combater a ignorância, o maior perigo de todos. Pretende abrir um espaço na internet para tratar do assunto (não para dar conselhos que só um médico tem autoridade para dar. Será uma troca de experiências). É algo que fez falta a ela enquanto manteve a doença em sigilo:

O segredo é pesado. A gente vai digerindo, entendendo e resolvendo os fantasminhas. Minha decisão de falar foi motivada por amigos, por terapia e pelo desejo de tornar essa estrada mais fácil para quem tiver que passar por ela. Não estou doente, tenho uma doença. Gosto de ver a esclerose múltipla como uma característica. Muita gente tem medo de falar, com receio de virar café com leite na vida. Mas quem controla a vida?



O QUE É?

Por Drauzio Varella

Esclerose múltipla é um distúrbio inflamatório crônico do sistema nervoso central, caracterizado por surtos recorrentes de atividade imunológica que agridem a camada de mielina que envolve os nervos (como a capa em volta da fiação elétrica de uma casa). A causa é desconhecida. Não é doença infecciosa nem contagiosa. Como em outras doenças autoimunes, há predomínio entre as mulheres. A proporção é de três para cada homem. Embora existam fatores genéticos envolvidos, a maioria dos pacientes não relata casos na família. Nada que o indivíduo possa ter feito ou deixado de fazer impede o aparecimento da doença. Os primeiros sintomas geralmente se instalam entre os 20 e os 40 anos. Os principais são:

1) Sensitivos: perda de sensibilidade em áreas do corpo, sensações de formigamento, picadas de agulha, dor, tontura, visão dupla ou embaçada e dor ao movimentar os olhos.

2) Motores: fraqueza muscular, dificuldade para andar, tremores, dificuldade ou premência para urinar ou evacuar, falta de coordenação motora e rigidez muscular.

3) Outros: sensibilidade ao calor, fadiga, alterações emocionais e cognitivas, depressão e sintomas sexuais.

O curso natural é caracterizado por períodos de relativa estabilidade durante meses ou anos, interrompidos por surtos de piora com dias ou semanas de duração, fases chamadas de ataque, exacerbação ou recaída.

De acordo com elas, a evolução pode ser classificada como:

1) Remissão e recaída: os ataques provocam sintomas que regridem parcialmente ou desaparecem. No intervalo, o quadro permanece estável.

2) Progressão secundária: depois de alguns anos de remissões/recaídas, o padrão de evolução se modifica para um agravamento progressivo, porém com menos recaídas.

3) Progressiva primária: Instalação gradual desde o início, sem ataques identificáveis.

4) Recaída progressiva: forma rara caracterizada por um curso progressivo inicial, seguido por ataques em fases mais tardias da evolução.

5) Fulminante: forma rara e grave, de progressão rápida.

Não há exames laboratoriais para diagnosticar a doença. Os especialistas costumam se basear nos critérios de McDonald, que levam em conta o número de ataques e o tempo de aparecimento e a localização espacial das lesões cerebrais, identificadas por ressonância magnética.

O tratamento requer intervenções múltiplas. Tem como objetivo tratar as recaídas, prevenir novos ataques e aliviar os sintomas que interferem com a qualidade de vida.

Nos últimos anos, surgiram diversos medicamentos com atividade contra os fenômenos inflamatórios que agridem a camada de mielina, responsáveis pelas remissões e recaídas.

Essas drogas têm custo alto, e estão associadas a efeitos colaterais indesejáveis que precisam ser avaliados caso a caso.

Patricia Kogut


#5
Marcelo

Marcelo
  • Sexo:Hombre
  • Ubicación:Santiago Centro

Ana Beatriz!!!! :riqueza:

 

Igual heavy el diagnóstico y sus implicancias cuando recién pisaba los 40 :diosmio:



#6
Erre

Erre

    Superhéroe de Fotech

  • Moderador
  • 50.435 Mensajes
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  • Ubicación:Ciudad República
  • Intereses:Rede Erre

2ajba0k.jpg

La sombra de Helena regresa a Telemundo, pero ahora a las 6/5c


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#7
MandyWCE

MandyWCE
  • Sexo:No especificado
  • Ubicación:Vitória, ES - Brasil
  • Intereses:Telenovelas, séries, peliculas, musica y todo de la cultura pop en general.

 

2ajba0k.jpg

La sombra de Helena regresa a Telemundo, pero ahora a las 6/5c

 

 

:amor:



#8
Mahler

Mahler
  • Sexo:Hombre
  • Ubicación:Mansão Mahler
Lunes 5 de febrero

Globo

Celebridade 15,2
Malhação 20,9
Tempo de Amar 23,9
SP2 27,6
Deus Salve o Rei 26,9
Jornal Nacional 34,8
O Outro Lado do Paraíso 43,4

Récord

Luz do Sol 6,0
Bicho do Mato 5,5
Cidade Alerta 8,2
Os Dez Mandamentos 8,8
Apocalipse 7,8

SBT

Carinha de Anjo 11,1
Chiquititas 9,7


#9
Dedos

Dedos
  • Sexo:Hombre
  • Ubicación:São Paulo - Brazil
‘Apocalipse’: Ibope subirá após arrebatamento, diz Juliana Knust   Cenas que mostrarão parte da população desaparecendo da Terra acontecem no capítulo desta terça-feira na novela da Record

 

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As cenas do capítulo desta terça-feira, que vão mostrar o arrebatamento, quando parte da população desaparece da Terra, são a esperança de salvação da novela Apocalipse, da Record. “Com o arrebatamento, a história vai ganhar outro ritmo e podemos conquistar um público maior”, afirma a protagonista, Juliana Knust, que interpreta a jornalista Zoe. “Vamos entrar em um momento muito ágil, porque depois do arrebatamento vai ter guerra, fome, peste, muita coisa acontecendo ao mesmo tempo.” Grande aposta da emissora, o folhetim de Vivian de Oliveira tem média de apenas 7 pontos de audiência desde a estreia até o último dia 1º.

Veja também
 
A atriz nega que, nos bastidores, o clima esteja pesado, como chegou a ser sugerido por colunistas de TV, que afirmam também que a novela será encurtada. “Isso (a baixa audiência) não afeta diretamente a gente e não me preocupa. Estou fazendo o trabalho com seriedade. Temos um clima nos bastidores muito bacana”, diz. “Nada sobre encurtar a novela foi falado oficialmente.”

Zoe, apesar de ser boa, não será levada pelo arrebatamento – momento em que, segundo a Bíblia, Jesus levaria as pessoas que seriam salvas a Nova Jerusalém e deixaria na Terra aquelas que não o aceitaram como salvador. “A Zoe sempre foi muito independente, correu atrás das coisas que ela quis e acabou priorizando a profissão em vez da religião. Ela vai trabalhando e não dá tempo de ir ao culto, fala sobre Deus da boca para fora”, conta Juliana.

Sem a família – seus pais serão arrebatados – a mocinha vai ajudar a formar um grupo que, percebendo o que realmente aconteceu, apega-se à religião e tenta converter as demais pessoas que ficaram na Terra, na tentativa de salvá-las até a segunda vinda de Jesus, em sete anos. O grupo, chamado de Santos da Resistência, também será o principal rival do Anticristo (Sergio Marone). O parceiro de Zoe, Benjamin (Igor Rickli), que é ateu, não acreditará de primeira no arrebatamento, procurando outras explicações para o desaparecimento em massa, mas será eventualmente convencido pela namorada.

Na vida real, Juliana afirma que não tem religião definida, mas que tem fé. “Eu acredito em Deus, rezo com os meus filhos todas as noites para agradecer. Quero que eles tenham fé, mas para isso eles não precisam seguir uma religião”, diz. “O verdadeiro apocalipse é a falta de amor no mundo. Acho que já estamos meio que vivendo isso – quando eu vejo um cara na Coreia do Norte querendo jogar um míssil e outro querendo responder, para mim isso já é o apocalipse.”

 

:yaveras: É a última esperança né? E olha... ela costuma ser a última que morre, mas pode morrer antes.



#10
Milana

Milana
  • Sexo:Mujer

Estuvo Marco Pigossi en Chile, andando en moto. 



#11
Milana

Milana
  • Sexo:Mujer

cados à publicidade, Carlos Manga Jr., filho do lendário diretor Carlos Manga (1928-2015), buscou referências na solidão das pessoas retratadas nas pinturas de Edward Hopper (1882-1967) e nas fotos de Saul Leiter (1923–2013), assim como na paleta de cores quentes do fotógrafo William Eggleston, para apresentar os personagens de “Se eu fechar os olhos agora”.

Ambientada no início dos anos 1960, a minissérie de Ricardo Linhares, inspirada no livro homônimo de Edney Silvestre — atualmente em fase de gravações —, parte do suspense de um crime brutal para contar histórias de pessoas que não são exatamente o que aparentam ser.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

— Todos os personagens são dúbios. Falamos de pessoas sufocadas, infelizes. Muitos deles vivem suas mentiras sem pudores. Busquei a solidão, a luz e as sombras do Hopper. Para mim, a pintura dele tem reticências, existe uma melancolia ali. Tudo isso gera uma atmosfera de suspeita. Aquelas pessoas dos quadros parecem ter histórias interrompidas, como as nossas aqui — explica Manga Jr. sobre as referências da série que ainda não tem data de estreia definida.

Para retratar um livro “trágico e denso”, em que as pessoas apresentam dificuldade em seus relacionamentos amorosos, familiares e sociais, o diretor optou por deixar as reais intenções dos personagens subentendidas na interpretação dos atores.

xMariana-Ximenes-solitaria-como-as-mulheA personagem de Mariana Ximenes é solitária como as mulheres das telas de Edward Hopper: “A pintura dele tem reticências” - Fotos de divulgação

 

— Ao contrário das novelas, que são melodramáticas, esta minissérie é dramática. Aqui a gente busca explicar pouco, não entregamos tudo nas falas dos personagens. A história parte de um assassinato cruel, não há redenção — conta o realizador, depois de uma gravação noturna na cidade mineira de Catas Altas, que na trama fará as vezes da fictícia São Miguel, no interior do estado do Rio.

‘Ao contrário das novelas, que são melodramáticas, esta minissérie é dramática. Aqui a gente busca explicar pouco, não entregamos tudo nas falas dos personagens’

- CARLOS MANGA JR.Diretor da minissérie

Para a minissérie, Manga Jr. buscou ainda a forma como os diretores Alan Parker, John Boorman, e Ken Loach retratam as relações entre seus personagens. Já os movimentos de câmera, que muitas vezes acompanharão o olhar dos personagens, foram inspirados nos filmes de David Fincher.

Com planos de rodar seu primeiro longa-metragem, projeto interrompido temporariamente para se dedicar a “Se eu fechar os olhos agora”, Manga Jr. estreou na Globo aos 24 anos como um dos diretores da novela “Vamp” (1991). Permaneceu na emissora por três anos e meio, antes de buscar outras experiências profissionais. Viveu entre São Paulo e Los Angeles, de 2006 e 2008, mas trabalhou em vários países. Já dirigiu nomes como os atores Leonardo DiCaprio e Ricardo Darín para a publicidade.

— Foi o que me permitiu viajar o mundo. Conheci muita gente e trabalhei, por exemplo, com diretores de fotografia como John Mathieson (do filme “Gladiador”/2000), e Christopher Doyle (de “Paranoid Park”/2007). Agora, quero apresentar novos projetos de séries e minisséries para a TV.

xA-atriz-Thaina-Duarte-e-dirigida-por-CaA atriz Thaina Duarte é dirigida por Carlos Manga Jr. - Mauricio Fidalgo / Divulgação/TV Globo

“NÃO É UMA FÁBULA”

Manga Jr. diz que o livro de Edney Silvestre espelha a hipocrisia da sociedade atual ao retratar temas espinhosos como machismo, racismo, fascismo, homofobia e feminicídio.

— A história começa com duas crianças que acham o cadáver de uma mulher, que teve o seio cortado ao ser morta. Não é uma fábula encantada, é uma trama adulta, um thriller psicológico — aponta ele.

‘Apesar de ser uma história de época, a trama é muito atual. Vivemos hoje um retrocesso grande e há pessoas que evocam uma falsa moral em seus discursos.’

- DÉBORA FALABELLAAtriz

Na cena inicial, os meninos Paulo (João Gabriel D’Aleluia) e Eduardo (Xande Valois) encontram o corpo da jovem à margem de um lago. Após serem acusados pelo crime e provarem inocência, os dois resolvem investigar o mistério por conta própria, enquanto outros assassinatos acontecem na cidade. Ao longo da jornada, a dupla conta com a ajuda do obscuro Ubiratan (Antônio Fagundes).

O trio se depara com histórias de gente poderosa e influente, como o prefeito Adriano Marques Torres (Murilo Benício), a primeira-dama Isabel (Débora Falabella), o empresário Geraldo Bastos (Gabriel Braga Nunes) e sua mulher, Adalgisa (Mariana Ximenes), além do dentista e marido da vítima, Francisco (Renato Borghi).

— Interpreto uma mulher reprimida, que esconde seus desejos, e está no topo hierárquico daquela sociedade — conta Débora Falabella, ainda usando o figurino da década de 1960 logo após gravar uma cena da minissérie numa tarde de muito calor em Catas Altas. — Apesar de ser uma história de época, a trama é muito atual. Vivemos hoje um retrocesso grande e há pessoas que evocam uma falsa moral em seus discursos. Naquela época a hipocrisia não era tão assumida, hoje é sem pudor.

xTrio-Ubiratan-Antonio-Fagundes-Eduardo-Trio: Ubiratan (Antonio Fagundes), Eduardo (Xande Valois) e Paulo (João Gabriel D’Aleluia) - Mauricio Fidalgo / Divulgação/TV Globo

A mulher do prefeito é só uma das figuras femininas da história a viver de aparências. No papel da ex-miss que se mudou para o interior ao se casar com um homem rico, Mariana Ximenes diz que sua Adalgisa é dona de humor ácido, e passa o tempo fumando e bebendo Martini sozinha em casa.

‘Os sentimentos dos personagens são importantes. Falo sobre a ânsia de liberdade da mulher na sociedade patriarcal, de conflitos religiosos, da ascensão do negro...’

- RICARDO LINHARESAutor

— Ela é elegante, sagaz, mas tem buracos na alma, uma amargura danada. Fala que não quer ser apenas o troféu do marido, com quem vive de aparências. Vive aprisionada numa relação criada por ela mesma, em troca de uma certa posição social. E diz coisas como: “Queria ter mais um fígado no lugar do coração” — conta a atriz, entre risadas.

O escritor Ricardo Linhares teve que criar novos conflitos e desenvolver melhor os dilemas de alguns personagens, como a própria Adalgisa, ao transpor o livro para a TV. E, dessa forma, garantir o fôlego da ação durante os dez capítulos.

— Fui aumentando as cargas dramática e policial da história. E mudei o final do livro — avisa Linhares.

Todos os personagens estarão, direta ou indiretamente, envolvidos com a morte da jovem no lago. Mais do que contar uma história policial, o autor diz que traçou uma crônica de costumes. Para ele, “Se eu fechar os olhos agora” pode ser vista ainda como um rito de passagem daqueles meninos para o mundo dos adultos.

— Os sentimentos dos personagens são importantes. Falo sobre a ânsia de liberdade da mulher na sociedade patriarcal, de conflitos religiosos, da ascensão do negro... — lista Linhares, deixando claro que o tempo passa, mas os conflitos da sociedade seguem circulando sobre os mesmos temas.

Zean Bravo viajou a convite da TV Globo


Leia mais: https://oglobo.globo...4#ixzz56NzhhrxX 
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cados à publicidade, Carlos Manga Jr., filho do lendário diretor Carlos Manga (1928-2015), buscou referências na solidão das pessoas retratadas nas pinturas de Edward Hopper (1882-1967) e nas fotos de Saul Leiter (1923–2013), assim como na paleta de cores quentes do fotógrafo William Eggleston, para apresentar os personagens de “Se eu fechar os olhos agora”.

Ambientada no início dos anos 1960, a minissérie de Ricardo Linhares, inspirada no livro homônimo de Edney Silvestre — atualmente em fase de gravações —, parte do suspense de um crime brutal para contar histórias de pessoas que não são exatamente o que aparentam ser.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

— Todos os personagens são dúbios. Falamos de pessoas sufocadas, infelizes. Muitos deles vivem suas mentiras sem pudores. Busquei a solidão, a luz e as sombras do Hopper. Para mim, a pintura dele tem reticências, existe uma melancolia ali. Tudo isso gera uma atmosfera de suspeita. Aquelas pessoas dos quadros parecem ter histórias interrompidas, como as nossas aqui — explica Manga Jr. sobre as referências da série que ainda não tem data de estreia definida.

Para retratar um livro “trágico e denso”, em que as pessoas apresentam dificuldade em seus relacionamentos amorosos, familiares e sociais, o diretor optou por deixar as reais intenções dos personagens subentendidas na interpretação dos atores.

xMariana-Ximenes-solitaria-como-as-mulheA personagem de Mariana Ximenes é solitária como as mulheres das telas de Edward Hopper: “A pintura dele tem reticências” - Fotos de divulgação

 

— Ao contrário das novelas, que são melodramáticas, esta minissérie é dramática. Aqui a gente busca explicar pouco, não entregamos tudo nas falas dos personagens. A história parte de um assassinato cruel, não há redenção — conta o realizador, depois de uma gravação noturna na cidade mineira de Catas Altas, que na trama fará as vezes da fictícia São Miguel, no interior do estado do Rio.

‘Ao contrário das novelas, que são melodramáticas, esta minissérie é dramática. Aqui a gente busca explicar pouco, não entregamos tudo nas falas dos personagens’

- CARLOS MANGA JR.Diretor da minissérie

Para a minissérie, Manga Jr. buscou ainda a forma como os diretores Alan Parker, John Boorman, e Ken Loach retratam as relações entre seus personagens. Já os movimentos de câmera, que muitas vezes acompanharão o olhar dos personagens, foram inspirados nos filmes de David Fincher.

Com planos de rodar seu primeiro longa-metragem, projeto interrompido temporariamente para se dedicar a “Se eu fechar os olhos agora”, Manga Jr. estreou na Globo aos 24 anos como um dos diretores da novela “Vamp” (1991). Permaneceu na emissora por três anos e meio, antes de buscar outras experiências profissionais. Viveu entre São Paulo e Los Angeles, de 2006 e 2008, mas trabalhou em vários países. Já dirigiu nomes como os atores Leonardo DiCaprio e Ricardo Darín para a publicidade.

— Foi o que me permitiu viajar o mundo. Conheci muita gente e trabalhei, por exemplo, com diretores de fotografia como John Mathieson (do filme “Gladiador”/2000), e Christopher Doyle (de “Paranoid Park”/2007). Agora, quero apresentar novos projetos de séries e minisséries para a TV.

xA-atriz-Thaina-Duarte-e-dirigida-por-CaA atriz Thaina Duarte é dirigida por Carlos Manga Jr. - Mauricio Fidalgo / Divulgação/TV Globo

“NÃO É UMA FÁBULA”

Manga Jr. diz que o livro de Edney Silvestre espelha a hipocrisia da sociedade atual ao retratar temas espinhosos como machismo, racismo, fascismo, homofobia e feminicídio.

— A história começa com duas crianças que acham o cadáver de uma mulher, que teve o seio cortado ao ser morta. Não é uma fábula encantada, é uma trama adulta, um thriller psicológico — aponta ele.

‘Apesar de ser uma história de época, a trama é muito atual. Vivemos hoje um retrocesso grande e há pessoas que evocam uma falsa moral em seus discursos.’

- DÉBORA FALABELLAAtriz

Na cena inicial, os meninos Paulo (João Gabriel D’Aleluia) e Eduardo (Xande Valois) encontram o corpo da jovem à margem de um lago. Após serem acusados pelo crime e provarem inocência, os dois resolvem investigar o mistério por conta própria, enquanto outros assassinatos acontecem na cidade. Ao longo da jornada, a dupla conta com a ajuda do obscuro Ubiratan (Antônio Fagundes).

O trio se depara com histórias de gente poderosa e influente, como o prefeito Adriano Marques Torres (Murilo Benício), a primeira-dama Isabel (Débora Falabella), o empresário Geraldo Bastos (Gabriel Braga Nunes) e sua mulher, Adalgisa (Mariana Ximenes), além do dentista e marido da vítima, Francisco (Renato Borghi).

— Interpreto uma mulher reprimida, que esconde seus desejos, e está no topo hierárquico daquela sociedade — conta Débora Falabella, ainda usando o figurino da década de 1960 logo após gravar uma cena da minissérie numa tarde de muito calor em Catas Altas. — Apesar de ser uma história de época, a trama é muito atual. Vivemos hoje um retrocesso grande e há pessoas que evocam uma falsa moral em seus discursos. Naquela época a hipocrisia não era tão assumida, hoje é sem pudor.

xTrio-Ubiratan-Antonio-Fagundes-Eduardo-Trio: Ubiratan (Antonio Fagundes), Eduardo (Xande Valois) e Paulo (João Gabriel D’Aleluia) - Mauricio Fidalgo / Divulgação/TV Globo

A mulher do prefeito é só uma das figuras femininas da história a viver de aparências. No papel da ex-miss que se mudou para o interior ao se casar com um homem rico, Mariana Ximenes diz que sua Adalgisa é dona de humor ácido, e passa o tempo fumando e bebendo Martini sozinha em casa.

‘Os sentimentos dos personagens são importantes. Falo sobre a ânsia de liberdade da mulher na sociedade patriarcal, de conflitos religiosos, da ascensão do negro...’

- RICARDO LINHARESAutor

— Ela é elegante, sagaz, mas tem buracos na alma, uma amargura danada. Fala que não quer ser apenas o troféu do marido, com quem vive de aparências. Vive aprisionada numa relação criada por ela mesma, em troca de uma certa posição social. E diz coisas como: “Queria ter mais um fígado no lugar do coração” — conta a atriz, entre risadas.

O escritor Ricardo Linhares teve que criar novos conflitos e desenvolver melhor os dilemas de alguns personagens, como a própria Adalgisa, ao transpor o livro para a TV. E, dessa forma, garantir o fôlego da ação durante os dez capítulos.

— Fui aumentando as cargas dramática e policial da história. E mudei o final do livro — avisa Linhares.

Todos os personagens estarão, direta ou indiretamente, envolvidos com a morte da jovem no lago. Mais do que contar uma história policial, o autor diz que traçou uma crônica de costumes. Para ele, “Se eu fechar os olhos agora” pode ser vista ainda como um rito de passagem daqueles meninos para o mundo dos adultos.

— Os sentimentos dos personagens são importantes. Falo sobre a ânsia de liberdade da mulher na sociedade patriarcal, de conflitos religiosos, da ascensão do negro... — lista Linhares, deixando claro que o tempo passa, mas os conflitos da sociedade seguem circulando sobre os mesmos temas.

Zean Bravo viajou a convite da TV Globo


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#12
Mahler

Mahler
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'O outro lado do paraíso' tem a maior média de audiência em São Paulo desde 'Avenida Brasil'

clara_1.jpg

Há 15 semanas no ar, O outro lado do paraíso acumula 36 pontos em São Paulo. É a maior média desde Avenida Brasil, em 2012. No Rio e no PNT (nacional), a trama teve 36 e 34, respectivamente. São os melhores índices desde 2013, com Amor à vida, também de Walcyr Carrasco.

Patricia Kogut


#13
Mahler

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Récord

Luz do Sol 5,2
Bicho do Mato 4,7
Cidade Alerta 7,1
Os Dez Mandamentos 8,5
Apocalipse 9,9

SBT

Carinha de Anjo 9,5
Chiquititas 11,4


#15
Tyrant

Tyrant

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apocaflop subiendo con el cap del arrebatamiento :fun:


klok la gente



#16
Danilo S.

Danilo S.
  • Sexo:Hombre

apocaflop subiendo con el cap del arrebatamiento :fun:


klok la gente

 

Entre Apocabrida, Barriga de Anjo y Jornal Nacional, ni a cuál teleserie irle  :troll: Carinha de SBT se nota bien hecha para los estándares del canal, pero la historia es puro chicle estirado.


Editado por Danilo S., 08 febrero 2018 - 13:03 hrs..

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#17
Dedos

Dedos
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apocaflop subiendo con el cap del arrebatamiento :fun:


klok la gente

Achei que fosse subir mais. Eles com certeza esperavam algo na magnitude da primeira exibição dos Dez Mandamentos.



#18
Mahler

Mahler
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Deus Salve o Rei tem pior quinta-feira das novelas das sete em 11 meses

Globo

Celebridade 12,7
Malhação 18,6
Tempo de Amar 21,1
SP2 23,1
Deus Salve o Rei 23,5
Jornal Nacional 31,9
O Outro Lado do Paraíso 42,7

Récord

Luz do Sol 5,2
Bicho do Mato 4,8
Cidade Alerta 7,6
Os Dez Mandamentos 8,8
Apocalipse 8,9

SBT

Carinha de Anjo 9,6
Chiquititas 8,3


#19
braga

braga
Le estoy echando una mirada ahora y realmente es una lata...


#20
Erre

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    Superhéroe de Fotech

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Estrena muy pronto en el nuevo canal Movistar Series







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