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OFICIAL | “Pega Pega”: Mateus Solano, Camila Queiroz, Marcos Caruso, Irene Ravache, Vanessa Giácomo, Thiago Martins, Marcelo Serrado, João Baldasserini, Nanda Costa y Nicette Bruno. Novela de Claudia Sout

Rede Globo Claudia Souto Novela de las 7

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119 respuestas a este tema

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Mulherão na novela das 7, Camila Queiroz luta para se livrar do sotaque caipira

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Em dois anos, a vida de Camila Queiroz mudou muito. A modelo virou atriz do primeiro escalão da Globo e elevou de 7.000 para 7 milhões o número de seguidores em uma rede social. Dedicada, luta desde 9 de janeiro para se livrar do sotaque caipira e interpretar o primeiro mulherão de sua carreira, a carioca Luiza, protagonista de Pega Pega, novela das sete que estreia nesta terça-feira (6).

Nascida em Ribeirão Preto (interior de São Paulo), a atriz diz que aos 23 anos teve medo de fazer sua primeira mulher adulta. Eliminar o sotaque e o jeito de menina é parte do desafio, mas tem mais.

"Eu comecei com a Angel [de Verdades Secretas, 2015] que era uma menina do interior assim como eu, mas com outras escolhas de vida. Depois, fui fazer a Mafalda [de Eta Mundo Bom!, 2016], que era de 1940. Pura e inocente, era mais velha que a Angel, só não aparentava ser. Agora, da Luiza, eu não tinha feito nada igual ainda. Estou me descobrindo a cada cena, vou me explorando. Nunca imaginei que eu fosse falar carioquês. Mas vejo aí um dos benefícios de atuar, você poder ser mil em uma", diz Camila.

As aulas de prosódia eram uma preocupação da atriz desde que ela estava na reta final da novela da seis no ano passado. Ela começou a estudar em janeiro e também a fazer fonoaudiologia. Camila recebeu o convite para fazer Luiza, uma personagem que, além de ser mais velha (tem 25 anos), foi criada em um hotel de luxo da zona sul do Rio de Janeiro.


Luiza fala seis idiomas e está na terceira faculdade. Em 9 de janeiro, há Até o tom da voz a atriz teve de mudar. Ela conta que faz um tom mais forte, mais grave, para dar a força que essa garota precisa ter.

A mocinha de Pega Pega nunca trabalhou, embora tenha perdido os pais quando tinha três anos. Criada pelo avô, Pedrinho (Marcos Caruso), como uma princesa, mora na suíte presidencial do hotel Carioca Palace e cresceu com mais de 20 pessoas a servindo todos os dias. Só que a vida vai dar aquela chacoalhada nela.

Pedrinho venderá o hotel, mas a sua fortuna será roubada. Luiza e o magnata ficarão na miséria da noite para o dia.


"Isso não faz dela uma patricinha idiota, sem noção e que ostenta. Minha dificuldade é porque esse é um universo que não é meu, eu nunca passei perto de comandar 20 empregados, ser patroa. Me preocupo de não ficar uma coisa caricata , uma mulher metida como a gente está mais acostumado a ver. Luiza é uma patroa gente boa, que acaba virando funcionária daquele que era o seu castelo", conta.

Depois de ficar pobre, a mocinha pedirá emprego no Carioca Palace e terá de ralar muito para sobreviver. Ela e o avô passarão a morar de favor na casa do mordomo Nelito (Rodrigo Fagundes) e de sua irmã, a policial Antônia (Vanessa Giácomo).

"Ela vai do luxo ao lixo. Da suíte presidencial para a calçada. É uma virada muito importante para a personagem, e isso é muito difícil de fazer", confessa.

A atriz diz que a personagem lhe trouxe a certeza de estar no caminho certo. Afirma que ainda está se acostumando com a velocidade que as coisas mudam em sua vida e que entre as suas prioridades está manter os pés no chão.

"De nada adianta eu querer ser uma celebridade famosa, se eu não der conta do recado, se não puder passar uma mensagem positiva, em vez de mostrar o look do dia. Eu não quero ser essa pessoa. Eu quero ser uma pessoa que possa incentivar meu fã a plantar uma árvore na frente da sua casa, porque isso vai melhorar a nossa vida. Eu quero incentivar as pessoas a terem um estilo de vida melhor, a serem mais reais em um mundo que está tão virtual", discursa.

Roubo milionário e muitas trapalhadas
Na nova novela das sete, o roubo de US$ 40 milhões da venda do hotel é o elo de ligação entre quatro ladrões simpáticos, o magnata Pedrinho, Luiza e o empresário mais rico do país, Eric (Mateus Solano).

Avô e neta milionários ficarão pobres, os bandidos não poderão desfrutar da fortuna que roubaram para não serem presos e o homem de negócios vai parar atrás das grades, acusado pelo roubo. Mas nada de drama, todo o enredo da novela é para fazer o público rir.

Dois casais apaixonados embalam a trama com seus desencontros. A Gata Borralheira de Camila Queiroz se apaixonará por Eric (Mateus Solano) e se revoltará quando souber que ele escondeu dela que comprou o hotel que era de sua família. A garota, por sua vez, é a linda mulher que abalará o coração gélido do todo-poderoso.

O outro casal é ainda mais improvável, formado pelo ladrão arrependido Júlio (Thiago Martins) e a policial gata Antônia (Vanessa Giácomo). Ele será enganado por Malagueta (Marcelo Serrado). Achará que está para ser despejado de casa com suas duas tias, Elza (Niccette Bruno) e Prazeres (Cristina Pereira). Arrimo de família, só aceitará participar do roubo porque se verá sem saída.

Malagueta vai armar o crime perfeito. Ele é o concierge do Carioca Palace. Descobrirá a venda do hotel e saberá que o pagamento será feito em dinheiro porque Pedrinho não quer pagar dívidas do Imposto de Renda e de ações trabalhistas.

Ele bolará o plano e colocará o garçom Júlio, a camareira Sandra Helena (Nanda Costa) e seu namorado, o recepcionista Agnaldo (João Baldasserini), para ajudá-lo no grande golpe.

Os quatro conseguirão roubar toda a grana que estará no cofre do hotel. Eric será o principal suspeito e acabará preso, mas será solto por falta de provas.

Abalado com a rejeição de Luiza e a acusação contra ele, o empresário resolverá não demolir o hotel para construir um shopping, como planejava. Ao contrário, resolverá fazer as reformas necessárias e transformar o lugar em um dos melhores hotéis do mundo. E é aí que os quatro ladrões se verão na maior confusão.

"Julio passa sofrer por causa do roubo. Esse sofrimento vem por mentir para as tias e para Antônia. Ele vai ficar sempre com medo de tudo. Ele acaba sofrendo psicologicamente também. A novela fala um pouco disso, do jeitinho brasileiro. Ele pode se entregar e entregar todo mundo. Se um é pego, todos serão pegos também", resume Thiago Martins.

Pega Pega é a primeira novela assinada por Claudia Souto, autora que trabalha na Globo há 25 anos. Foi colaboradora de Walcyr Carrasco e Daniel Ortiz em novelas das 19h. Fez parte da equipe de programas humorísticos como o Casseta & Planeta, Urgente! (1992-2010) e de infantis como TV Colosso (1993-1996). A direção artística é de Luiz Henrique Rios, que recentemente comandou a bem-sucedida Totalmente Demais (2015).



Original: http://noticiasdatv....3#ixzz4jDjJ6epy
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#103
braga

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Qué buena la abertura. Me acordé de las aberturas ochenteras.


#104
Milana

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Pega Pega estreia com uma mesma situação repetida 3 vezes e erro em crédito
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Mauricio Stycer

06/06/2017 21h31

pegapegaericluizabeijo2.jpg
Na pressa de apresentar os principais personagens e conflitos de “Pega Pega”, o capítulo de estreia da novela, nesta terça-feira (06), pecou pela falta de criatividade. Uma mesma situação clichê, a do “amor à primeira vista”, foi utilizada pela autora, Claudia Souto, para juntar três casais ao longo do episódio.

Luiza (Camila Queiroz) e Eric (Mateus Solano) já se conheceram, trocaram olhares, foram à ópera, se apaixonaram e deram um primeiro beijo no intervalo de dois blocos. Júlio (Thiago Martins) e Antônia (Vanessa Giácomo) trocaram um primeiro olhar e algo forte ficou no ar.

E, por fim, Bebeth (Valentina Herszage) e Marcio (Jaffar Bambirra) não apenas se apaixonaram, como se envolveram numa aventura maluca em Foz do Iguaçu, com direito até a bichinhos de pelúcia ganhando vida na floresta.

pegapegacredito2.jpg
Por culpa da pressa, também, o nome de Bruna Spínola apareceu escrito de forma errada (“Runa”) nos créditos da abertura da novela. A atriz interpreta Cintia, uma camareira do hotel onde se passa a história e muito amiga de Sandra Helena (Nanda Costa). O nome do ator Marcio Kieling, que fará o personagem Adriano, também foi grafado errado (“Macio”).

 



#105
Mahler

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Bem realizada, 'Pega pega' tem trama fraca e diálogos infantis

pegapega.jpg

Pega pega estreou esta semana fazendo jus ao título, com uma cena de perseguição policial. Antônia (Vanessa Giácomo) caçava um bandido por uma rota que começou na marquise do Roxy, famoso cinema de Copacabana. A ação seguiu pelas ruas internas do bairro, mas evitando as mazelas que tornam aquela área pouco convidativa para quem quer mostrar o Rio idílico, como fizeram os primeiros capítulos da trama das 19h escrita pela estreante Claudia Souto e com direção artística de Luiz Henrique Rios. E, falando na direção, o trabalho dele merece um elogio já no início deste texto. Vimos belas imagens em Foz do Iguaçu também e uma câmera ágil. Aquele espectador atento, ao fim dos primeiros capítulos, consolidou a impressão de que a nossa TV é muito capaz quando se trata de sequências de ação.

Chamaram a atenção ainda o trabalho da cenografia (May Martins e Marcelo Carneiro) e da produção de arte (Eugênia Makaaroun). O Hotel Carioca Palace emula os salões do Copacabana Palace e não fica em desvantagem numa eventual comparação. Foi lá que conhecemos Pedrinho Guimarães (Marcos Caruso), o milionário roubado por um grupo de funcionários na pindaíba por razões diversas. Eles fugiram com os US$ 40 milhões em dinheiro vivo (pois é, difícil de acreditar) que Pedrinho embolsou com a venda do estabelecimento.

Caruso é um grande ator. Grande a ponto de conseguir imprimir um certo frescor a um papel quase igual ao que lhe coube em A regra do jogo há bem pouco tempo na mesma Globo: o de um aristocrata perdulário e falido. Não é uma missão fácil. O elenco, aliás, está cheio de valores. Entre os destaques até aqui, Marcelo Serrado (Malagueta), Mateus Solano (Eric), Thiago Martins (Júlio), Nanda Costa (Sandra Helena), Mariana Santos (Maria Pia), Danton Mello (Borges) e Guilherme Weber (Douglas). O quarteto que faz o assalto se saiu bem reunido (além de Serrado, Nanda e Martins, João Baldasserini).

Apesar de tudo isso, os primeiros capítulos não foram promissores. É que nem os grandes atores, nem uma direção competente conseguem afastar o artificialismo quando o texto não permite. E faltou muito à trama de Pega pega até para convencer o espectador de mais boa vontade. A súbita paixão de Luíza (Camila Queiroz) por Eric pareceu falsa, sem falar na falta de sintonia entre o casal. Diálogos primários para dizer um mínimo impressionaram: Minha relação com Bebeth (Valentina Herzsage) é difícil, disse o empresário à moça, explicando que a filha tem problemas ligados a um trauma e ele não sabe lidar com algumas esquisitices. Luíza o consolou: Só o seu amor poderá curar seja lá o que for. E a resposta: Aí que tá: eu nunca soube amar. Assim, entre frases infantis, a ação foi se desenrolando. E, por falar em Bebeth e em esquisitices, a personagem é uma adolescente que conversa com um canguru de pelúcia. Vale torcer para que essa amizade não prospere e o bicho saia logo da história.

Patricia Kogut


#106
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#107
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Drag queen em 'Pega pega', Gabriel Sanches fala da caracterização

sanchesmontagem.jpg

Gabriel Sanches entrará em "Pega pega", novela de Claudia Souto. Ele interpretará Flávio, sócio de Douglas (Guilherme Weber) numa boate, onde se apresenta como a drag queen Rúbia:

- A personagem também será amiga de Luiza (Camila Queiroz). Logo que a jovem conhece a Rúbia, fica encantada. A história dela será mostrada com naturalidade e de maneira inclusiva, como tem que ser.

Estreante na TV, Gabriel fala da importância de mostrar drag queens na televisão:

- É uma responsabilidade discutir a questão do gênero. Com meu trabalho artístico, desejo gerar uma transformação nas pessoas.

Para viver a personagem, Gabriel passa por um longo processo de caracterização:

- Demora de quatro a seis horas. Tenho o maxilar grande, que é afinado pela maquiagem. Tudo é um jogo de luz e sombra. Depois que faço toda a base, vem o desenho da sobrancelha. Em seguida, os olhos, a boca, cílios e os cabelos. E ainda tenho que colocar enchimento no quadril e no peito.

Nada disso, no entanto, é uma novidade para o ator. Ele faz parte, junto com Alessandro Brandão, da dupla de drag queens Sara e Nina, que protagonizam o espetáculo "Minhas mulheres tristes" (foto abaixo):

- Meu interesse pelo tema começou em 2010, com a peça "Manifesto do bicho", sobre a questão do gênero. Depois, a estilista Leni Simão me convidou e chamou também o Alessandro para posarmos com as peças femininas dela. Após esse trabalho, começamos a conversar sobre o projeto Sara e Nina. Quando estávamos em cartaz, eu chegava a ficar 12 horas vivendo como Sara. Até tive uma crise: até que ponto sou Sara e deixo de ser Gabriel? Hoje, lido bem. Me reconheço como homem, sou realizado com isso, mas também me sinto feliz com a cara feminina.

saraenina.png

Patricia Kogut


#108
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Novela das 19h da Globo aposta na falta de inteligência do público

pegepega.jpg

Pega-pega é a designação popular de uma brincadeira infantil no Rio conhecida como pique. É também, sem o hífen, o título da trama das 19h da Globo escrita por Claudia Souto e dirigida por Luiz Henrique Rios. O nome seria uma referência ao roubo de dólares que fez disparar a história. Só que agora, com a produção no ar há um mês, uma dúvida anda acometendo o espectador: seria o apelido do jogo de crianças só uma coincidência? Antes da estreia, a novela foi anunciada como uma comédia leve. Mas leve é o Sítio do Picapau Amarelo. Já Pega pega parece apostar num público em idade pré-escolar incapaz de se engajar num enredo minimamente intrincado.

Esse caráter pueril da história tem exemplos diários e reiterados. O mais gritante deles é o canguru de pelúcia com o qual Bebeth (Valentina Herszage) contracenou. A atriz é ótima e suas cenas com Mateus Solano (Eric) têm temperatura. Mas, convenhamos, ter como orelha um objeto é um degrau que separa qualquer ator de talento das chances de credibilidade. E falando em chances de mostrar talento, elas também ficam limitadas para outras grandes figuras do elenco. Irene Ravache e Marcos Caruso tiram leite de pedra de seus personagens. Ela faz uma espécie de Odete Roitman até a caracterização parece uma citação à vilã de Beatriz Segall. Só que a obrigação da comédia não permite que sua Sabine seja levada a sério. É a mesma penalidade imposta a Caruso, uma das estrelas da nossa televisão.

A novela, é preciso fazer a ressalva para ser justa, vem marcando altas audiências. São números que há tempos não são vistos na faixa das 19h. Portanto, fica no ar uma pergunta: quantos anos tem esse público? É o mesmo pessoal que assiste a Chiquititas?

Patricia Kogut


#109
Caique

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Por más que trate de seguir esta novela no logra engancharme, me aburre giphy.gif



#110
Milana

Milana
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Por más que trate de seguir esta novela no logra engancharme, me aburre giphy.gif

 y otras novelas de la misma faixa no tenían tanto rating. Aún no aparece el personaje Arlete de la Elizabeth Savalla. 


Editado por Milana, 06 agosto 2017 - 11:41 hrs..


#111
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Por que "Pega Pega" não repercute se é o maior Ibope às 7 nos últimos anos?

pegapega_divulgacao45.jpg

A julgar pelos números de audiência, Pega Pega é a novela das sete de maior sucesso desde 2012, quando a Globo exibiu Cheias de Charme no horário. Veja as médias (até o capítulo 70) no Ibope da Grande SP:

Pega Pega: 28.65
Rock Story: 23.55
Haja Coração: 27.3
Totalmente Demais: 23.8
I Love Paraisópolis: 24.2
Alto Astral: 20.35
Geração Brasil: 19.9
Além do Horizonte: 18.2
Sangue Bom: 24.45
Guerra dos Sexos: 21.5
Cheias de Charme: 30.5

Nas últimas semanas, Pega Pega tem constantemente ultrapassado os 30 pontos, façanha que a trama anterior custou para alcançar. Análise fria e injusta, já que Rock Story enfrentou todo o verão (época em que as audiências caem). Pega Pega ainda herda os ótimos números de Malhação e a trama das seis, Novo Mundo, e vem flanando sem a concorrência das emissoras do Simba (Record-SBT-RedeTV) na TV a cabo.

Fracas opções nos outros canais? É de se levar em consideração. Hábito do povo de deixar a TV ligada na Globo? Também todavia, quando a novela realmente não agrada, o público rejeita, vide acima Geração Brasil e Além do Horizonte.

As qualidades de Pega Pega são muitas: produção, direção, texto, trilha sonora e elenco ótimos. Apesar do casal protagonista apático (vivido por Mateus Solano e Camila Queiroz), há personagens carismáticos: Sandra Helena (Nanda Costa), Agnaldo (João Baldasserini), Maria Pia (Mariana Santos), Malagueta (Marcelo Serrado), Elza e Prazeres (Nicette Bruno e Cristina Pereira) e outros.

Já a trama, não é nada envolvente ou arrebatadora. Não é o tipo de história que faz o público vibrar. Por isso a novela não repercute, não gera buzz?

Pega Pega segue na contramão de Malhação, Viva a Diferença, Novo Mundo e A Força do Querer: não é uma novela amada, comentada, não provoca catarses e mal gera shippings (as torcidas por casais) no máximo Malapia (Malagueta e Maria Pia). E muito raramente vai parar nos TTs do Twitter (os assuntos mais comentados).

Pelo contrário: nas redes sociais, quando se levanta o assunto Pega Pega, a novela é ferozmente alvejada pelos haters.

A explicação mais plausível seria a sua competência em entregar ao público algo que ele espera sem o menor esforço para conseguir. A novela é cômoda para o telespectador: não instiga, não levanta julgamentos nem grandes discussões. Pega Pega entretém e só. Logo, cumpre sua função.

Resta saber se ficará para a posteridade, se será lembrada no futuro como um grande sucesso. Números para isso ela tem.

https://nilsonxavier...s-ultimos-anos/


#112
Mahler

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Drama familiar rouba a cena em 'Pega pega'

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Quando estreou, Pega pega girava em torno de um roubo espetacular. Um grupo de funcionários de um hotel de luxo, sabendo que ele seria vendido e o negócio, fechado em dinheiro vivo, armou e executou um plano. Eles subtraíram os milhões de dólares devidos a Pedrinho Guimarães (Marcos Caruso), deixando-o na miséria. Esse era o mote principal do enredo escrito por Claudia Souto. Os primeiros capítulos da produção, com direção de Luiz Henrique Rios, tiveram fartas sequências no cenário do tal hotel, onde há até uma piscina. Outro núcleo tratado com destaque era o dos mocinhos, Eric (Mateus Solano) e Luiza (Camila Queiroz). Neta de Pedrinho, a moça é boa e batalhadora. Ele, um empresário bem-sucedido, foi inicialmente acusado de estar envolvido no roubo. Mas, desengomado o mal-entendido, o casal reatou e tudo vai bem.

Três meses depois da estreia, tudo mudou. O roubo já não atrai. O casal principal está longe de encantar. Em vez deles, no centro das atenções, estão personagens que eram laterais, como Cristóvão (Milton Gonçalves), o eletricista do hotel; Madalena (Virgínia Rosa) e Dílson (Ícaro Silva). E outros, que chegaram mais tarde: Sabine (Irene Ravache) e Dom (David Júnior). Quando Dom era criança, perdeu-se do pai na praia cheia. Foi encontrado por Sabine, milionária que vivia na Suíça e adotou o garoto. Ele estudou nas melhores escolhas e será herdeiro do império que, por ora, ela comanda com mão de ferro. A verdade veio à tona depois de um teste de DNA. Agora, Dom vem se aproximando dos pais (Cristóvão e Madalena) e do irmão biológico (Dílson), um pretexto para muitas cenas comoventes. Por sua vez, a poderosa Sabine apela para os piores estratagemas com o objetivo de atrapalhar essa relação. Tal conflito tem, claro, doses pesadas de maniqueísmo. Trata-se de um clássico drama de folhetim. Essa trama é assunto de mensagens de inúmeros leitores para cá.

Pega pega nunca reinventou a roda. Foi, desde o início, uma daquelas comédias despretensiosas que ocupam esse horário desde priscas eras. Mas, a jugar pelo sucesso dessa trama, seu público está interessado mesmo em drama.

Patricia Kogut


#113
Milana

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Rômulo Arantes Neto entrará em 'Pega pega'

RAFAELA SANTOS

 
09/09/2017 - 05H30
 
isabella-pinheiro-0858.jpgRômulo Arantes Neto (Foto: Isabella Pinheiro )

 

Depois de uma participação no último capítulo da temporada passada de "Malhação", Rômulo Arantes Neto entrará em “Pega pega”, novela de Claudia Souto com direção de Luiz Henrique Rios.

O ator começará a gravar na próxima semana e interpretará Lourenço, um amigo de Maria Pia (Mariana Santos) que trabalha com agronegócio. Ex-namorado de Luiza (Camila Queiroz), ele chegará do exterior.

 



#114
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Trama sobre preconceito social é o maior destaque em "Pega Pega"

pegapega_reproducao39.jpg

Com uma trama central pouco empolgante, um casal protagonista dos mais insossos, e poucos personagens que se salvam, isoladamente (Maria Pia, Sandra Helena, Malagueta, Agnaldo, Pedrinho, Arlete, Elza, Prazeres, Douglas), a novela Pega Pega se agarra a uma trama paralela que vem se destacando com ótimos entrechos: a que aborda o preconceito social da chique Sabine Favre (Irene Ravache) contra a família de seu filho adotivo Dom (David Júnior): os pais Cristóvão e Madalena (Milton Gonçalves e Virgínia Rosa) e o irmão Dilson (Ícaro Silva).

A autora Claudia Souto até recorreu a um velho clichê, já usado à exaustão em nossa Teledramaturgia: na sequência em que Sabine convida a família de Dom para um jantar elegante e eles não sabem o que fazer à mesa. Convenhamos, irresistível! Sempre funciona bem. Provocando a catarse, Cristóvão explodiu contra a arrogante, lavando a alma do público que presenciou tantas humilhações a que os pais de Dom foram submetidos.

Essa semana, Madalena preparou uma pequena vingancinha contra a vilã que quase culmina em tragédia. Sua intenção não era fazer o mal ou devolver a humilhação na mesma moeda, mas pregar uma peça em Sabine. A megera foi convidada para uma rabada na casa de Cristóvão. Mas passou mal com a comida de Madalena, sendo levada às pressas para o hospital em estado grave. Mesmo com a preocupação sincera e o pedido de desculpas da família de Dom, Sabine não perdeu a chance de novamente humilhar a todos.

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O que há de novo aqui? Nada, a não ser uma manutenção bem executada de velhos clichês. A princípio, pensa-se em racismo, mas Sabine tem um filho adotado que é negro. Trata-se meramente de uma questão classista. A autora ainda preferiu evitar o coitadismo das vítimas de preconceito, fazendo os personagens jogarem limpo. Sabine não é sonsa, não disfarça que não gosta da família de Dom. A família, por sua vez, também não leva mais desaforo para casa. É uma trama bem engendrada que tem rendido bons ganchos.

A telenovela também se adapta aos novos tempos, reciclando velhos clichês com roupagem moderna, em sintonia com a atualidade. Fica muito legal quando bem feito. Aqui, pelo menos, Pega Pega se sobressai.

https://nilsonxavier...e-em-pega-pega/


#115
Mahler

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Sucesso no Ibope, autora de Pega Pega ignora críticas: 'Escrevo para o público'

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A menos de duas semanas para o capítulo final, no próximo dia 8, Pega Pega é um inegável sucesso de público. Com média de 28,8 pontos na Grande São Paulo, soma a maior audiência da faixa das 19h da Globo desde o fenômeno Cheias de Charme, em 2012. Mas nem essa marca heroica livrou a estreante autora Claudia Souto de críticas.

A trama embolada, o texto considerado simples demais e o casal de mocinhos mamão com açúcar foram alguns dos aspectos crucificados pelos jornalistas especializados. Claudia, no entanto, diz que nem se deu ao trabalho de ler as análises. "Escrevo para o público", diz ao Notícias da TV, em uma rara entrevista.

"Eu não leio [as críticas]. Mesmo. Mas, de alguma forma, fico sabendo. E acho uma pena que a crítica esteja tão distante do público. Em primeiro lugar, é preciso entender que a novela das sete é um gênero em si. É um despressurizador para quem chega em casa, depois de um longo dia de trabalho, da condução. A novela das sete relaxa o telespectador e o prepara para a programação dramática a seguir: novela das nove, séries, etc. Daí o sucesso de Pega Pega", ensina.

Além dessa compreensão do contexto social, cultural e econômico em que a novela é consumida, Claudia enumera outros fatores que ajudam a explicar o sucesso de Pega Pega. "O respeito ao público, ao gênero, a paixão com que a novela é feita. Os ganchos. E, sobretudo, a trama original", diz.


"Por entender e respeitar esse horário, a narrativa é leve, os diálogos são palatáveis, de fácil entendimento, mesmo numa trama intrincada como essa. Se você não entende o contexto e o target [alvo], fica difícil criticar a obra", devolve a autora a seus detratores.

Apesar dos diálogos simples e da leveza característica das tramas das sete da Globo, Pega Pega abordou temas como preconceito contra drag queens e racismo, o que para a autora já é um contraponto ao argumento de superficialidade da história.

"Pra você ver que essa não é uma trama superficial ou imatura (risos). Escrever novela é jogar um assunto na roda. E o retorno da abordagem desses temas foi excelente", comemora.

Claudia, obviamente, rebate as acusações de que faltou química aos protagonistas Mateus Solano, como Eric, e Camila Queiroz, a mocinha Luiza.

"Eu não propus um casal óbvio. Eric era um homem atormentado por uma tragédia, com relacionamento difícil com a filha, que reaprenderia a amar. Luiza, uma quase dondoca, sem problemas na vida, que teria que lutar para se reerguer. Mateus Solano e Camila Queiroz defenderam lindamente esse casal que cresce e se fortalece ao longo da trama. O fã-clube Eriza é enorme. Eu não poderia estar mais feliz", argumenta.

A certa altura da história, o flerte entre o mocinho e Sandra Helena (Nanda Costa) deu pistas de uma possível troca de casais. Mas a autora afirma que não mudou uma vírgula do texto para melhorar a imagem de Eric e Luiza diante do público.

"Novela é uma obra aberta e tudo é possível (risos)! Mas, assim como Eric e Luiza construíram uma família com Bebeth [Valentina Herszage], Sandra Helena e Agnaldo [João Baldasserini] nasceram um para o outro. O flerte de Sandra e Eric serviu apenas para apimentar a relação dos casais", explica.

Balanço positivo
Se o casal de mocinhos dividiu o gosto do público e irritou a crítica, o mesmo não se pode dizer dos vilões interpretados por Marcelo Serrado e Mariana Santos. A escritora da novela reconhece que o sucesso da dupla foi uma surpresa.


"Eu já esperava que fosse dar samba, mas o casal Malagueta e Maria Pia explodiu. Marcelo Serrado e Mariana Santos estão em um grande momento! Brilhando", elogia.

Segundo a autora, nenhum personagem ou história precisou ser alterado para evitar rejeição. "Nenhum personagem foi rejeitado. Isso é raro e dá trabalho, porque não pude deixar ninguém pelo caminho, tive que escrever todas as histórias até o último capítulo", revela. "E eu me sinto realizada e feliz por proporcionar diversão e reflexão em um momento tão difícil como o que atravessamos", conclui.

http://noticiasdatv....o-publico-18371


#116
Tyrant

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Pucha, me cuesta creer que de verdad haya sido tan mala porque se veia muy entretenida :ridi: uno de estos dias me pondré a ver caps para juzgar :pensando:



#117
Milana

Milana
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Pucha, me cuesta creer que de verdad haya sido tan mala porque se veia muy entretenida :ridi: uno de estos dias me pondré a ver caps para juzgar :pensando:

 

El problema de muchas novelas los malos Sandra Helena, Agnaldo y Mlagueta son más interesantes que los mocinhos. De hecho no se comenta mucho en RRSS 


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#118
Mahler

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Por que uma novela mediana como "Pega Pega" conquistou audiência tão alta?

pegapega_divulgacao89.jpg

Pega Pega (finalizada nesta segunda, 08/01) pode entrar para a história por causa de seu Ibope: média final de 29 pontos na Grande SP, a mais alta do horário das sete desde Cheias de Charme, em 2012. Curioso que, apesar da audiência, Pega Pega foi uma novela que pouco repercutiu nas redes sociais (lógico que não se mede audiência pelas redes, mas elas representam um termômetro de repercussão que não deve ser desprezado), diferente de Cheias de Charme, o último sucessão, que virou referência e é lembrada até hoje. Qual a explicação para uma trama sem novidade alguma, esnobada em todas as premiações, ter sido tão vista?

Para fazer o balanço da novela, não vou me estender no aspecto técnico da produção: não há o que contestar da direção (Luiz Henrique Rios, Marcus Figueiredo e equipe), trilha sonora (urbana, moderna, até sofisticada), cenografia (o hotel na cidade cenográfica era incrível), figurinos, iluminação, efeitos especiais, etc. Pega Pega recebeu uma produção de primeira, tinha uma estética moderna, era uma novela bonita de ver. A ótima produção é um ponto a ser considerado, mas não é garantia de boa audiência.

O elenco bem escalado, em personagens carismáticos, pode contribuir. Merecem citação as interpretações de Mariana Santos, como Maria Pia, uma vilã humana e irresistível; Marcelo Serrado, o Malagueta; Nanda Costa, a Sandra Helena, iluminando a novela em uma ótima dobradinha com João Baldasserini, o divertido Agnaldo; Marcos Caruso, como Pedrinho Guimarães, que distanciou-se de seu personagem de A Regra do Jogo, que tinha perfil semelhante; Elizabeth Savalla, a Arlete (também é bom ver a atriz fora dos tipos cômicos); a divertida dupla de Nicette Bruno e Cristina Pereira; Irene Ravache, como a vilã Sabine; e Guilherme Weber, excelente como Douglas, sem cair na caricatura fácil do gay engraçado.

Já Mateus Solano e Camila Queiroz os protagonistas Eric e Luiza ficam fora dessa relação. Logicamente não por causa do talento dos atores, já comprovado anteriormente. Mas pelos perfis de seus personagens. A falta de química entre o casal saltou aos olhos logo no primeiro capítulo, quando o texto forçou uma paixão à primeira vista sem a menor sutileza. Falta de carisma dos personagens, isoladamente, e falta de química, quando juntos. Foi um dos casais protagonistas mais insossos da história das novelas.

Ao longo do tempo, a trama central de Pega Pega revelou-se inconsistente e sem estofo. O roubo do hotel, mote central no lançamento da novela, não conseguiu se manter. Antes que esse enredo se esgotasse, a autora Cláudia Souto lançou mão de um quem matou? original: foi a primeira vez em que uma novela usou o recurso para um personagem já morto quando a história começou. O público mal conhecia Mirella, a falecida mulher de Eric (representada pela atriz Marina Rigueira). Ela só aparecia em flashbacks e mal tinha falas.

No fim das contas, o pega pega era para agarrar o assassino de Mirella e não os ladrões do Carioca Palace talvez daí se justifique o fato da autora ter mudado o título da novela de Pega Ladrão para Pega Pega (#será?). E assim, Cláudia Souto segurou até o final, temperando com humor, apropriado para o horário. Desde o início, propositalmente, uma trama com pouco compromisso com a realidade. O núcleo da delegacia estava mais para Loucademia de Polícia: impossível levar a sério a investigação ao roubo do hotel.

Então por que uma novela tão mediana foi tão vista? Vários fatores.

1. Bom momento da Globo: a) em que a concorrência está acomodada e não apresenta opção melhor ao público; b) a crise econômica, que faz as pessoas saírem do trabalho e irem direto para casa; c) as novelas anteriores na grade (Malhação e Novo Mundo), que levantaram a audiência da atração das sete, fidelizando o público, que, por sua vez, aguardava pelo arrasa-quarteirões A Força do Querer (situação que se manteve quando as novelas das seis e das nove foram trocadas).
2. Acomodação do público que deixa a TV ligada na Globo por costume? É uma hipótese, por que não?
3. Pega Pega entregou ao público exatamente o que ele queria ver: entretenimento fácil e escapismo, sem gerar questionamentos ou fazer pensar.
4. Uma alegoria sobre a impunidade: a forma leve com que foi abordado um assunto sério e que incomoda os brasileiros.

Note que nenhuma das questões aqui levantadas, isoladamente, é garantia de boa audiência. Acredito mesmo que Pega Pega obteve o bom resultado pela soma de todos esses fatores. Talvez seja o caso de novela certa (fórmula correta) no momento certo (cenário propício). E talvez eu esteja sendo precipitado em minha análise: quem sabe seja necessário um distanciamento no tempo para analisar melhor o caso de Pega Pega?!

PS: Reginaldo Faria não conseguiu fugir do Brasil como em Vale Tudo, 30 anos atrás. A referência à clássica novela na frase de Vanessa Giácomo: Agora a história é outra: você não vai dar uma banana pro Brasil! Até parece que tudo mudou de 30 anos para cá! Mas valeu a frase de efeito!

https://nilsonxavier...encia-tao-alta/


#119
Mahler

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Um balanço de 'Pega pega', que chegou ao fim na Globo

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Um dos clichês mais frequentes usados por quem atua na área de teledramaturgia da Globo diz respeito às novelas das 19h. Reza a lenda que o público do horário seria o mais difícil de se mapear. Tudo porque já não são os adolescentes que estavam ligados em Malhação, nem as donas de casa da faixa das 18h. O autor, então, teria que se virar para agradar a uma plateia variada, sem perfil definido. Daí que a faixa é tradicionalmente ocupada por comédias leves. Isso se aplica perfeitamente a Pega pega, que chegou ao fim ontem.

A história criada por Claudia Souto com direção artística de Luiz Henrique Rios foi fiel a esses pressupostos. Praticou a tal comédia leve. Até mesmo a trama policial que esteve na base do enredo um roubo milionário não era tão policial assim. Acompanhamos um grupo de ladrões de primeira viagem numa aventura cheia de trapalhadas em que o humor muitas vezes se sobrepôs ao drama e ao suspense. A novela chamou a atenção, entre outras razões, pelo caráter infantil de sua trama. Houve um investimento numa dramaturgia de manobras previsíveis, fáceis.

Foi uma história sem uma grande marca, para agradar a esse público genérico que se acredita ainda ser o das 19h. Tais crenças, entretanto, andam pedindo uma revisão. Com o Globo Play, o espectador assiste aos programas de que gosta na ocasião em que bem entende. A novela das sete, portanto, pode ser acompanhada até de madrugada se ele assim o desejar. Não é mais a novela exclusivamente das sete. Para ser justa, é preciso dizer: a produção teve boas audiências. E o elenco cheio de valores a salvou, em alguma medida, de ser condenada a cair no esquecimento logo, logo.

Patricia Kogut


#120
jonatan

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Termino el "Malhacao" Adulto de la 7 :ji:






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