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OFICIAL | "O Outro Lado do Paraíso": Con Bianca Bin, Rafael Cardoso, Sérgio Guizé, Marieta Severo, Grazi Massafera, Lima Duarte, Fernanda Montenegro, Laura Cardoso, Nathalia Timberg y Gloria Pires. Novela de Walcyr Carrasco.

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Ahora viendo el capítulo de ayer :janin5:

La secuencia de la explosicón en la mina estuvo muy bien lograda :riqueza:

Parece que Adriana :cruzpalcielo:

Edited by Caique

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ELIANE GIARDINI COMENTA PAPEL POLÊMICO EM ‘O OUTRO LADO DO PARAÍSO’ A personagem racista mudará seu comportamento após nascimento do neto negro

Eliane Giardini - Marilia Cabral / Divulgação/TV Globo

POR ZEAN BRAVO

18/03/2018 5:00

RIO - Eliane Giardini não sabia o que esperar do público de “O outro lado do paraíso”, que hoje ama odiar a racista Nádia, uma mulher “tosca”, nas palavras da própria atriz.

 

— Ninguém aprova o fato de a personagem ser racista. Odeiam a Nádia por isso, mas, por outro lado, as pessoas têm certa simpatia por ela. O público gostava da relação dela com o marido, por exemplo — conta a atriz, de 65 anos.

Durante boa parte da novela, Nádia e o marido, o juiz Gustavo (Luis Melo), realizaram as mais variadas fantasias sexuais em sequências de apelo cômico. Recentemente, a dondoca descobriu que era traída pelo marido e que ele é sócio de um bordel. Ela deu o troco e agarrou o funcionário fortão do seu salão de beleza na frente do ex. Foram cenas de grande repercussão na web, com direito a memes postados nas redes.

Nos próximos capítulos, a personagem será surpreendida pela chegada de um neto negro. Na história, será explicado que Nádia e Gustavo também são netos de negros. Será o começo de sua redenção.

Vista ainda na reprise de “Explode coração” (1995), no Viva, Eliane não costuma ficar afastada da TV por longos períodos. Somente nos últimos anos, interpretou a bondosa Anastácia, da novela “Êta mundo bom!” (2016), e a trágica matriarca Zana, da minissérie “Dois irmãos” (2017). Após o fim de “O outro lado do paraíso”, em maio, quer descansar, mas planeja sua volta ao teatro, em agosto, com “A peça do casamento”, dirigida por Guilherme Weber. A seguir, a atriz fala sobre as polêmicas de Nádia, entre outros assuntos.

xEliane-Giardini.jpg.pagespeed.ic.hgohDTEliane Giardini - Marilia Cabral / Divulgação/TV Globo

Qual a parte mais difícil de interpretar uma mulher preconceituosa e que fala as piores barbaridades?

A moralidade ética da Nádia está em último plano. Ela tem aquele pensamento mais bestial, sem nenhum filtro civilizatório. A personagem faz parte de uma classe de pessoas ricas e arrogantes e vive nessa bolha da sociedade do Tocantins. Ela fala coisas absurdas, terríveis. Como atriz, treino a empatia todo o tempo, luto contra preconceitos. Mas justamente por ser atriz também preciso engolir aquelas palavras da Nádia e trazer de volta à boca com propriedade.

Considera Nádia uma vilã?

Ela não é vilã. É uma pessoa ignorante e tosca. Acho que ela é passível de ser educada. Mas para isso terá ainda que levar muita porrada da vida.

Ao mesmo tempo em que é preconceituosa, a personagem tem um lado cômico e parece ter conquistado a simpatia do público...

A gente sofreu muito para fazer a primeira fase da novela, que era mais realista. A cena em que a Nádia expulsava a Raquel (Erika Januza) de casa foi horrível. Era muito difícil olhar para a cara da Erika e dizer aquelas coisas, mesmo na ficção. De certa forma, eu estava ali ressoando frases que ela deve ter ouvido em algum momento da vida. Nádia falou tantos absurdos que chegou a ser surreal. Já na segunda fase, a personagem ficou mais cômica. Se tivesse se mantido mais realista até agora teria sido mais difícil.

Alguns críticos dizem que as falas preconceituosas de Nádia ajudam a reforçar o racismo em vez de denunciar a questão. O que pensa disso?

O racismo é algo muito grave e qualquer forma de discussão é bem-vinda. Tivemos essa truculência que foi a execução da vereadora Marielle Franco. Calaram a boca, de forma muito covarde, com tiros na cabeça, dessa mulher que lutava pelas questões negras e femininas. O racismo é um problema mundial, vivemos um retrocesso assustador em vários níveis. O texto da novela não segue uma linha sutil ou velada, mas o vejo como uma provocação. A trama mete o pé na porta. Mas em toda as cenas em que a Nádia demonstra seu preconceito há outro personagem pontuando isso, criticando, dizendo que ela é racista. A novela oferece todos os dias reflexões importantes.

Algum telespectador racista a favor da Nádia já veio se manifestar para você?

Não. Eu não saberia nem como agir num caso desse.

Qual o maior retorno que recebe do público?

As pessoas gostavam muito da relação dela com o Gustavo. Uma mulher veio me falar que o marido adorou quando ela se fantasiou de enfermeira após ver a novela. Nádia é uma mulher madura, que tinha um casamento longo e uma questão sexual muito forte. É uma falsa puritana, mas não é uma belle de jour. O que fazia era apenas com o marido, não havia transgressão nisso.

xOdair-Felipe-Titto-e-Nadia-Eliane-GiardOdair (Felipe Titto) e Nádia (Eliane Giardini) - Raquel Cunha / Divulgação/TV Globo

Nesta semana, após uma passagem de tempo, Odair (Felipe Titto), o funcionário com quem Nádia se envolveu, irá se mudar para a casa dela. Como será a relação dos dois?

Começou como vingança. Nádia fala com a maior clareza: quer mostrar para o mundo que tem um rapaz bonito e gostoso com ela. Não se trata de afeto. Ele vai morar na casa dela, mas os dois não se envolvem numa relação. Nádia ainda ama o Gustavo. E terá que elaborar e superar muita coisa.

O que acha da redenção da Nádia após o nascimento do neto negro?

No começo, ela rejeitará o neto. Mas entende que é o sangue dela. Gostei dessa saída de explicar a ascendência da personagem. Ela acaba se confrontando com a própria questão. Mais adiante, vai pedir desculpas pelas agressões que fez a Raquel.

Você esteve em mais de dez trabalhos na TV nos últimos dez anos. O que a faz aceitar tantos trabalhos?

Sou muito ruim de dizer não e não consigo ficar muito tempo parada, gosto de trabalhar. Depois de novela descanso por dois meses e começo a ensaiar a peça.


Leia mais: https://oglobo.globo.com/cultura/revista-da-tv/eliane-giardini-comenta-papel-polemico-em-outro-lado-do-paraiso-22501167#ixzz5AFJvvcfp
stest

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rainha :bbb: me gusta su personaje, me hace harto reir pero que terminen luego con esa estupidez de relación con el peluquero :aburrete: quiero más escenas de ella disfrazandose para gustavo

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Os absurdos na trama de 'O outro lado do paraíso'

 

renato1.jpg

 

Gloria Perez tem sua razão quando recomenda ao público de novelas que voe. O gênero admite certas licenças, sim. Porém, um princípio é sagrado: não vale subestimar a inteligência do espectador. Nem apostar que ele vai perdendo todas as suas sinapses cerebrais à medida em que a trama avança até esgotar a capacidade de lembrar do que já viu. É o que vem acontecendo com O outro lado do paraíso, de Walcyr Carrasco.

 

O fio da meada já se desfez há tempos. E isso só vem se agravando. É uma novela para desmemoriados. Veja o escandaloso caso de Renato (Rafael Cardoso). O personagem era o mocinho. Conheceu Clara (Bianca Bin) quando ela ainda vivia com o avô ao lado de uma birosca. Se aproximou deles. Tudo levava a crer que se tratava de um médico idealista e de caráter. Até a semana passada. Renato acabou desmascarado em pleno altar, na hora de um casamento, que, por sua vez, foi meio relâmpago. Posto contra a parede pela mocinha, o (agora) vilão se explicou: ele só pensava nas esmeraldas dela. E não estava sozinho em suas más intenções. Seu plano foi armado com a ajuda de Sophia (Marieta Severo), afirmou.

 

Porém, Renato descobriu que Clara estava no hospício ao bisbilhotar o computador de Sophia, certo? Então, para explicar essa aliança e evitar um furo de roteiro de dimensões planetárias, exibiram um flashback. Ele apareceu sendo cooptado pela malvada para destruir a moça. Não convenceu. E como explicar uma cena em que Mercedes (Fernanda Montenegro) mandou Renato mexer nos arquivos de Sophia? Será que a vidente estava inventando tudo e também acabará desmascarada? Aqueles seus interlocutores invisíveis não sabem de nada?

 

Uma outra razão nos faz duvidar dessa súbita construção multidimensional de Renato. É que, em O outro lado do paraíso, nada é lá muito intrincado. A vingança, tema de fundo da novela, se manifesta sempre em viradas pobres e maniqueístas. Então, a mocinha sem modos se torna uma milhardária sofisticada; a mãe homofóbica descobre que seu filho é gay; a empregada doméstica humilhada pela patroa racista e classista se torna uma juíza com poderes de destruir quem pisou nela no passado. Por aí vai, é tudo muito simples sempre. E nada, nada mesmo indica que isso tenha mudado.

 

Patricia Kogut

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los actores q hacen de ze victor y mayra se pusieron a pololear :janin4: y el guizé y la bianca bin ya viven juntos :janin4:

Edited by Tyrant

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Si a ustedes les gusta reírse, nomás miren los comentarios de la gente en las promos de la novela en el Youtube oficial de Globo.

"Vem 50, vem 50" (obvio 50 puntos), el verso se repite miles de veces como si fuera la final del Mundial Rusia 2018 y Brasil estuviera a dos pasos del hexa. Ay, pero cuando la misma novela marcaba 30, de mierda no la bajaban. Puros MVIs (maria vai com ibope) :meencanta:

Edited by Danilo S.
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