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Mahler

OFICIAL | "O Outro Lado do Paraíso": Con Bianca Bin, Rafael Cardoso, Sérgio Guizé, Marieta Severo, Grazi Massafera, Lima Duarte, Fernanda Montenegro, Laura Cardoso, Nathalia Timberg y Gloria Pires. Novela de Walcyr Carrasco.

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Están haciendo bolsa a Walcyr por esta escena. Es más, creo que, a pesar del rating, está ha sido la novela das 8 más críticada en años desde... Amor à Vida... Wait!

 

No mientras Babilonia exista :expuesta:

 

y aunque no la he visto, dudo que sea mala, pero again, a la crítica NADA le gusta

Edited by Tyrant
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A mi lo que no me ha gustado es en lo que se convirtió el núcleo del Dr Samuel :mm: siempre fueron la parte cómica de la historia, pero ya no dan risa, es muy flop todo :ridi: La escena de Suzy descubriendo que Samuel es gay pensé que sería dramática y terminó siendo un show ridículo :negraalpiso:

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y si sophia mató a la prostituta, cómo se va a saber quiénr realmente mató a laertes? :oprah:

 

Así q según Mercedes, Amaro va a tener un mal final :meencanta: me carga ese personaje :rancio:

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Aceita que dói menos: Walcyr Carrasco é o melhor autor de novelas do mercado

 

walcyr_carrasco_outro_lado_paraiso_globo

 

Nos últimos dias, o autor Walcyr Carrasco foi torpedeado por críticos profissionais e amadores. A sequência de O Outro Lado do Paraíso em que o personagem de Juca de Oliveira teve um ataque cardíaco ao tentar matar pela terceira vez a nora, Beth/Duda (Gloria Pires), foi considerada constrangedora por Cristina Padiglione e exemplar do que a novela tem de pior por Maurício Stycer, para quem comparar a produção da Globo com dramalhões da Televisa pode ser ofensivo aos mexicanos.

 

Não ouso discordar dos colegas sobre o capítulo que abriu a semana (nem de tantos outros). Mas decidi vir a público dizer que considero Walcyr Carrasco o melhor autor de telenovelas da atualidade por uma série de fatores mercadológicos, que listarei a seguir.

 

Antes de mais nada, televisão é uma indústria, e a produção de novelas não difere muito da fabricação de linguiça, de carro ou de papel higiênico. É uma linha de produção. Não há tempo para burilar o roteiro, achar a interpretação perfeita, a direção inequívoca. Os profissionais envolvidos têm de cumprir os prazos ou, do contrário, podem comprometer toda uma cadeia de produção e, pior, atrasar a entrega do material.

 

Nessa lógica, Carrasco é no momento quem sabe fazer a melhor linguiça, com todas as delícias e malefícios do alimento, o melhor carro (com todos os defeitos que ele possa apresentar depois que findar a garantia) e o melhor papel higiênico.

 

 

Se Carrasco não fosse o melhor escritor de folhetins, O Outro Lado do Paraíso não seria a novela das nove mais vista desde Avenida Brasil, de 2012, com 35,1 pontos na Grande São Paulo na média do 1º até o 85º capítulo. Não estaria atualmente com média semanal acima dos 40 pontos. Não teria alcançado 44 em um único capítulo, marca que Império (2014) só registrou na última semana.

 

O texto de Carrasco, é verdade, peca pelo excesso de didatismo, pela falta de sutileza, pelo abuso de clichês, por tramas pouco elaboradas e mal amarradas, por soluções mágicas e inverossímeis.

 

Mas novela é isso. Novela é um eterno clichê que se renova a cada oito meses. É repetitiva, rasa, escapista, feita para entreter gratuitamente por volta de 50 milhões de pessoas de segunda a sábado. Quer uma obra-prima? Então arrisque uma sessão num cinema de arte, reveja um filme de Stanley Kubrick (1928-1999), que refazia uma mesma cena até 70 vezes.

 

 

Do ponto de vista da indústria de TV, Walcyr Carrasco é o autor de novelas perfeito. Escreve quase uma obra por ano, é o mais profícuo dos novelistas. As três últimas (Amor À Vida, Verdades Secretas e Eta Mundo Bom!) fizeram enorme sucesso.

 

Carrasco tem uma capacidade rara de promover reviravoltas e salvar produções que se mostram condenadas ao fracasso, como parecia ser o caso de O Outro Lado do Paraíso.

 

No final de novembro, a novela estava patinando, dando menos Ibope do que a das sete, Pega Pega (para a qual a crítica especializada também torcia o nariz, e os telespectadores adoravam).

 

Carrasco, então, jogou alguns capítulos no lixo, encurtou o sofrimento da mocinha Clara (Bianca Bin) e antecipou a segunda fase. De uma semana para a outra, a média da novela saltou de 27,5 pontos para 36,1. Do inferno ao paraíso.

 

Carrasco faz sucesso porque conhece o gênero a fundo e tem o gosto igual ao do público. Quando vê que pode naufragar, não tem pudor em rasgar a sinopse e escrever outra novela, mesmo que ela se transforme em uma mera sucessão de truques para dar audiência, uma novela de outras novelas.

 

 

Afinal, o que importa mesmo na televisão aberta e gratuita é a aceitação da grande massa de telespectadores. Em uma indústria alimentada pela publicidade, nenhum indicador de qualidade pode ser melhor do que os números dos institutos de medição de audiência.

 

http://noticiasdatv.uol.com.br/mobile/noticia/opiniao/aceita-que-doi-menos-walcyr-carrasco-e-o-melhor-autor-de-novelas-do-momento--18884

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Outro Lado do Paraíso e o vale-tudo pela audiência: onde fica a qualidade?

 

ooutroladodoparaiso_divulgacao57.jpg

 

Meu amigo Daniel Castro saiu em defesa de Walcyr Carrasco ante as críticas de outros dois amigos, Cristina Padiglione e Maurício Stycer, à novela O Outro Lado do Paraíso mais precisamente ao capítulo de segunda-feira (29/01), em que o personagem de Juca de Oliveira tenta matar a de Glória Pires e acaba morrendo de enfarte.

 

Esta não é uma resposta a Castro a favor de Padi e Stycer. Apenas uma forma de prolongar um velha discussão que acomete nossa TV há décadas (acho que desde que ela chegou ao país): Audiência vs. Qualidade.

 

Em minha crítica final a Pega Pega (a última novela das sete da Globo), discorri sobre o tema listando uma série de fatores que tentam explicar como uma novela tão esnobada pela crítica foi um sucesso de audiência (leia AQUI). Todos replicáveis a O Outro Lado do Paraíso: fraca concorrência, crise econômica, hábito de manter a TV na Globo, bom momento do horário nobre em geral (audiência que cresce em cadeia à medida que o horário avança) e, o principal: a novela entrega o que o público quer ver no caso de Pega Pega e O Outro Lado do Paraíso, puro escapismo, fuga da realidade, sem gerar questionamentos ou fazer raciocinar.

 

Sabemos que audiência e qualidade nem sempre andam juntas. Ibope mede audiência, não qualidade. A história de nossa Teledramaturgia está repleta de exemplos de novelas, séries e minisséries aplaudidas pela crítica especializada, mas renegadas pelo grande público. Outras foram abraçadas pelo público, mas de qualidade abaixo da esperada. E várias produções que conseguiram o feito de agradar a todos.

 

Sabemos também que não é porque uma obra (novela, filme, livro, peça, música) tem boa venda/audiência/faturamento que não será passível de críticas. É uma temeridade pensar que audiência blinda, protege ou resguarda um filme ou programa de TV das críticas. O pior contra-argumento para uma crítica é citar audiência. Assim como todos produtores/diretores/roteristas esperam que suas obras alcancem o maior número de pessoas possível, eles também esperam que a crítica as aceite dentro dos parâmetros estabelecidos como qualidade (quais parâmetros são esses é uma outra discussão que não cabe aqui). Afirmar que escrevo para o público, não para a crítica seria renegar o reconhecimento ou os prêmios da crítica?

 

Concordo em vários pontos de Daniel Castro que citam a audiência e o que esperam a emissora e o mercado. A Globo e Walcyr Carrasco estão dando pulos de alegria com os ótimos números de O Outro Lado do Paraíso. Isso é excelente sob vários aspectos, principalmente porque há centenas de profissionais envolvidos direta ou indiretamente na produção da novela, que dependem dela e do seu sucesso ou audiência, ou alcance, ou repercussão, ou faturamento, como queiram. O Outro Lado do Paraíso tem várias qualidades, da direção à produção caprichada e ao elenco com atores de renome. Quanto às críticas ao texto de Carrasco, vide os links ao final deste texto.

 

Discordo quando tenta-se nivelar a televisão por baixo. Isso abre um precedente perverso: de que o público gosta do que é ruim. Ora, nem toda novela precisa ser rasa para agradar o público. Há tempo, sim, de burilar o roteiro, achar uma interpretação perfeita e a direção inequívoca (para ficar nas palavras de Castro). A maior prova é A Força do Querer novela de audiência e qualidade, ainda recente na memória. Sabemos que não existe a obra perfeita. A Força do Querer teve vários pontos negativos apontados pela crítica. Contudo, em comparação com que se produziu na TV nos últimos tempos, trata-se de um produto acima da média.

 

Eu, como crítico e como telespectador, espero produções que me instiguem e me entretenham, com qualidade de texto, produção, interpretação e direção. Mas essa é uma solicitação minha, que pode não ser da maioria. Como crítico, espero, sim, por novelas que sejam obras-primas, perfeitas. Ou o mais próximo possível disso. Ou pelo menos de boa qualidade. Por mais Vale-Tudos, Roques Santeiros e Os Bem-Amados na TV brasileira!

 

https://nilsonxavier.blogosfera.uol.com.br

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O texto de Carrasco, é verdade, peca pelo excesso de didatismo, pela falta de sutileza, pelo abuso de clichês, por tramas pouco elaboradas e mal amarradas, por soluções mágicas e inverossímeis.

 

Ay, pero no fuera en una novela emitida por Record o SBT que de bodrio no la bajarían :wtf2: Para muestra el linchamiento mediático que periodistas como la Kogut hacían a diario con producciones como Caminhos do Coração, Moisés o A Garota da Moto.

Edited by Danilo S.

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Incêndio atinge cenário de "O Outro Lado do Paraíso" nos Estúdios Globo

 

juliano-cazarre-em-o-outro-lado-do-parai

 

Um incêndio atingiu os Estúdios Globo (antigo Projac), na zona oeste do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (15). O fogo ocorreu no cenário da mina da novela das 21h, O Outro Lado do Paraíso.

 

Ao UOL, a Comunicação da Globo afirmou que o incêndio foi controlado rapidamente e não houve feridos. As gravações da novela não serão afetadas.

 

"Hoje, por volta das 5h30, uma locação da cidade cenográfica da mina de O Outro Lado do Paraíso, nos Estúdios Globo, teve um princípio de incêndio que foi rapidamente controlado sem feridos. As gravações da novela seguem normalmente".

 

De acordo com Corpo de Bombeiros, militares de Jacarepaguá foram acionados por volta das 5h40, e às 6h30 o incêndio já estava controlado e em fase de rescaldo.

 

Estúdio já havia sofrido com outro incêndio

Esse é o segundo incêndio enfrentado pela Globo em menos de três meses. Em novembro, um fogo de grandes proporções atingiu um galpão de apoio da novela "Deus Salve o Rei", que ainda não havia estreado. Na ocasião, parte do cenário da novela das 19h acabou destruído.

 

Há 41 anos, um incêndio destruiu parte da sede da emissora no Jardim Botânico, na zona sul do Rio.

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Anã para novela das 9 não passa de atração grotesca para chamar audiência

 

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Quando a Globo anunciou que haveria uma personagem anã em O Outro Lado do Paraíso, imaginou-se que seria a oportunidade de discutir os problemas de pessoas com nanismo, como as dificuldades no dia a dia, inclusão social e bullying. Na primeira fase da novela, surgiu Estela, vivida pela atriz Juliana Caldas, a filha anã da megera Sophia (Marieta Severo), indesejada pela mãe.

 

Estela foi apresentada como uma pessoa esclarecida, que vivia na Suíça, tendo estudado nos melhores colégios. Uma moça culta e preparada, com pós-graduação no exterior, etc e tal. O autor Walcyr Carrasco até desenhou algumas cenas mostrando as dificuldades de Estela, na hora de ligar o chuveiro, subir à cama ou sentar à mesa. Mas ficou nisso, no básico, no superficial. Sophia deu um jeito de exilar a filha em uma casa no vilarejo onde tem a mina de esmeraldas. E assim o autor eliminou qualquer possibilidade de tratar o assunto com a seriedade que merece.

 

Dez anos se passaram, entrou a fase definitiva da novela e Estela, a moça estudada na Suiça, estava lá, lendo livros em seu cativeiro, como a princesa presa na torre suspirando por um príncipe que venha salvá-la de seu triste destino de anã. Surgiram então dois galantes pretendentes que passaram a disputá-la. O que Estela fez? Passou 100 capítulos da novela se vitimizando, choramingando ou porque a mãe não a amava, ou porque não acreditava no amor legítimo dos rapazes. Perdemos as contas de quantas vezes ela repetiu Você fala isso só porque eu sou anã!.

 

No capítulo desta segunda-feira (19/02), Estela se rebelou. Será que a ficha caiu? Depois de 10 anos lendo livros, sendo cuidada por uma babá e sustentada pela mãe que ela sabe que a odeia Depois de 100 capítulos!

 

Desperdiçou-se, neste tempo todo, a oportunidade de mostrar que uma mulher anã também pode ser independente, empoderada, dona de seu nariz e de seu corpo, sem depender de homem para ser feliz. Que lástima a atriz Juliana Caldas estrear na televisão justamente com uma personagem tão infeliz em todos os sentidos. Será que lá no início, quando foi escalada para o papel, ela imaginou que acabaria assim?

 

Restou a impressão de que o autor incluiu uma personagem anã em sua novela apenas para chamar a atenção da audiência. Para aguçar a curiosidade do público. Como eram usados os anões em circos, em freak shows: como uma atração, algo grotesco. No fim, é apenas mais uma trama mal alinhavada e mal escrita de O Outro Lado do Paraíso que, no fundo, apenas reforça estereótipos. Lamentável.

 

https://nilsonxavier.blogosfera.uol.com.br/2018/02/19/ana-da-novela-das-9-nao-passa-de-uma-atracao-grotesca-para-chamar-audiencia/

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nadia: "al menos yo creo en la vida despues de la muerte. debe haber un cielo de quilombo, cierto? raquel sería feliz ahí" :negraalpiso: vieja ql :fun:

Edited by Tyrant

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Novela das 9: Carrasco mirou em Nelson Rodrigues e acertou em Sarah Sheeva

 

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Diego não quer transar com a mulher com quem acabou de se casar, Melissa. Ele quer um amor puro. Sexo, Diego cata no bordel. Poderiam ser personagens de Nelson Rodrigues. Mas são da novela O Outro Lado do Paraíso, em uma cena exibida nesta segunda (26/02).

 

Uma inspiração em Nelson Rodrigues sempre será bem vinda. Desde que trabalhada em um contexto no mínimo crível. Não dentro de uma novela como O Outro Lado do Paraíso, onde quase todas as tramas em algum momento já descambaram para o humor involuntário. O máximo que o autor Walcyr Carrasco arranca aqui é o riso forçado. É como usar Nelson Rodrigues ou Tennessee Williams para o Zorra Total. A referência soa mais como uma homenagem às avessas.

 

Uma característica forte da novela de Carrasco: todos os personagens agem como se a história se passasse nos anos 1930, 1950. São tipos anacrônicos, com comportamentos e pensamentos fora de nosso tempo. Imagine todas as tramas, sem exceção, com os personagens em figurinos de época. Dá no mesmo! Parece que o autor está trabalhando em uma sinopse pensada para uma novela do horário das seis. Bem até aí, a vingança de Clara lembra muito a história de Chocolate com Pimenta, novela do autor, de 2003-2004.

 

Sobre a trama do rapaz que não quer transar com a mulher, o @mordomoeugenio deu a melhor definição: Carrasco mirou em Nelson Rodrigues e acertou na Sarah Sheeva!.

 

https://nilsonxavier.blogosfera.uol.com.br/2018/02/26/novela-das-9-carrasco-mirou-em-nelson-rodrigues-e-acertou-em-sarah-sheeva/

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