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OFICIAL | "Onde Nascem os Fortes": Con Patricia Pillar, Alexandre Nero, Débora Bloch, Alice Wegmann, Fábio Asunção, Marco Pigossi, Jesuita Barbosa. Superserie escrita por George Moura y Sérgio Goldemberg.


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110 respuestas a este tema

#101
braga

braga
Está muy buena.



#102
braga

braga
Tremenda escena que se mandó Fabio hoy. Actorazo.


#103
Mahler

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A eletricidade sobe em 'Onde nascem os fortes'

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Para quem diz que Onde nascem os fortes começou cheia de ação e depois passou a enfrentar uma barriga, a resposta veio no capítulo de anteontem. E que resposta. Cássia (Patricia Pillar) finalmente revelou a verdade sobre seu passado a Maria (Alice Wegmann). A engenhosa virada na trama (de George Moura e Sergio Goldenberg) vinha se anunciando desde que Maria foi presa. Na cadeia, ela ouviu de Betânia (Titina Medeiros) uma história sobre sua infância diferente dos relatos de Cássia.

A sequência representou uma grande oportunidade para as atrizes e, é preciso dizer, ela foi muito bem aproveitada. Patricia e Alice estavam no quarto do hotel e o diálogo não se alongou. Foram apenas oito minutos entre Cássia sair do banho, surpreender Maria lendo uma carta reveladora, o esclarecimento dos fatos do passado (com alguns flash-backs) e o fim da conversa. Nada do cenário impressionante do Sertão, nenhum sinal de música dramática ou de qualquer outro recurso que pudesse pesar além do necessário. A direção (José Luiz Villamarim) se concentrou exclusivamente no trabalho das atrizes. Não vimos nada além do que a situação pedia. Foi tudo acertadamente sóbrio e emocionante.

A cena disse muito do talento de Patrícia e Alice, do brilho do texto e da direção. Mas, sobretudo, lembrou que a televisão se dá muito bem quando seus criadores escapam de velhos vícios. É raro ver atrizes desempenhando seus papéis alheias ao seu melhor ângulo diante da câmera. É resultado de um trabalho de Villamarim com o elenco, que passou meses isolado na locação, dedicado exclusivamente à dramaturgia. Onde nascem os fortes tem ação, sim, e drama da melhor qualidade.

Patricia Kogut


#104
Mahler

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"Onde Nascem os Fortes" não deixa nada a desejar às séries da Netflix

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O refrão da música da abertura de Onde Nascem os Fortes'' nunca fez tanto sentido: Todo homem precisa de uma mãe. Nesta semana, a supersérie teve uma nova reviravolta, com a revelação de que os gêmeos Maria e Nonato não são filhos de Cássia (Patrícia Pillar), mas de Madalena, sua amiga da juventude, que acabou morta pelo pai, Tião (Zé Dumont). Cássia os levou embora para que também não fossem vítimas do homem enlouquecido.

Como plot twist pouco é bobagem, a descoberta leva agora a um novo mistério: quem é o pai dos gêmeos? Pipocam nas redes sociais as dúvidas sobre Pedro (Alexandre Nero), Ramiro (Fábio Assunção) e Samir (Irandhir Santos), além de uma série de teorias envolvendo as reais intenções de Cássia (na relação com Pedro, por exemplo) e a identidade do assassino de Nonato (ainda nebulosa).

George Moura e Sérgio Goldenberg desenvolvem sua trama sem entregar tudo de bandeja para o público. A supersérie nada contra a onda de narrativas mastigadas, repetitivas e que subestimam a inteligência do espectador que vez ou outra invadem a TV, principalmente nas novelas. Da mesma forma, os tipos humanos de Onde Nascem os Fortes'' não são chapados ou unilaterais. Juntamente com a história que, aos poucos, se desenrola, os personagens são descascados'', revelando camadas que dão margem a novas interpretações e visões pelo espectador.

Pedro Gouveia não é tão mau como se desenhou no início. Nem Ramirinho é uma vítima totalmente inocente. Aliás, o personagem de Jesuíta Barbosa é sutilmente dúbio, sempre flertando com o perigo e o inusitado. Aproveito para refazer uma crítica anterior, na qual eu punha em dúvida a possibilidade de Ramirinho passar despercebido como Shakira do Sertão nos shows. É um detalhe que não interessa à narrativa, porque a transcende. A trajetória de Ramirinho/Shakira vai muito além do fato de ele ser reconhecido ou não.

Tramas e personagens densos, plot twists e easter eggs: Onde Nascem os Fortes'' não deixa nada a desejar em narrativa ou produção às melhores séries da Netflix ou qualquer das plataformas on demand estrangeiras. Ainda que calcada no folhetim (existe algo mais folhetinesco que dúvida de paternidade?), a supersérie se afasta da novela, como gênero e se aproxima da série, como narrativa.

Em tempo: plot twists'' são reviravoltas na trama e easter eggs'' são detalhes de cenas ou narrativa que passam despercebidos à primeira vista, mas que revelam algo sobre a trama. Como a letra da abertura de Onde Nascem os Fortes'' que em seu jogo de palavras ainda pode levar a outra compreensão (Todo homem precisa de uma mãe).

https://nilsonxavier...fera.uol.com.br


#105
Mahler

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'Onde nascem os fortes': uma série para não perder

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Uma carta que veio do passado fez disparar toda a ação anteontem em Onde nascem os fortes, supersérie de George Moura e Sergio Goldenberg. Foi um capítulo irretocável e marcado por excelentes atuações. Daqui para a frente, tem spoiler.

A trama esclareceu a origem de Maria (Alice Wegmann) e Nonato (Marco Pigossi). Foi um desdobramento daquelas cenas da semana passada, em que Patrícia Pillar (Cássia) e Alice tiveram uma conversa franca e emocionante no hotel. A história avançou, com uma nova e fundamental informação: Pedro Gouveia (Alexandre Nero) é o pai dos gêmeos. Era o que estava na carta, lida primeiro por Cássia, depois, por Maria.

Em seguida, Cássia procurou Pedro para contar a verdade. Só que ela não verbalizou seu recado. Em vez disso, entregou a ele a correspondência. Com isso, os autores usaram de uma forma mais original aquele recurso da teledramaturgia: a repercussão. Ele consiste em montar um fio de repetições depois que um fato importante acontece. Um personagem vai contando o ocorrido para outro sucessivamente. Com o expediente da carta, o resultado foi o mesmo. Porém, a emoção emanou dos silêncios e dos gestos dos atores, uma marca da direção de José Luiz Villamarim. Essas cenas merecem ser vistas (estão no Globoplay) não apenas pela construção do enredo, lógica, planejada, sólida, e pelo olhar sensível de Villamarim. Mas também para apreciar a entrega e o talento dos atores especialmente Nero, Patrícia e Alice.

Vale também conferir as tramas paralelas, com Fabio Assunção e Jesuíta Barbosa. Elas tiveram menos espaço anteontem, mas também deixarão boas lembranças depois que Onde nascem os fortes terminar, na próxima segunda-feira.

Patricia Kogut


#106
Mahler

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"Onde Nascem os Fortes" é um ótimo exemplo da mistura de série e novela

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Já há algum tempo comenta-se sobre a serialização das novelas'' (*) ou a novelização das séries'', nas quais características de um formato são incorporadas ao outro, apontando para um híbrido. Avenida Brasil'' (2012) foi a primeira novela brasileira a levantar essa bandeira, em um momento em que o mundo se rendia à séries exibidas na TV a cabo um movimento que teve início nos anos 2000 (a Golden Age) e se perpetua, por meio de canais pagos e serviços de streaming (como a Netflix).

Um passo da Globo para embarcar nessa onda é a reformulação das novelas exibidas na faixa das 23 horas, que desde o ano passado são chamadas de superséries. A nomenclatura ainda causa estranheza. É bom lembrar que produções como Verdades Secretas, Liberdade Liberdade, Os Dias Eram Assim'' e Onde Nascem os Fortes, caso fossem produzidas na década passada, seriam chamadas de minisséries. Ou seja: o nome é mais uma demanda de ajuste ao mercado atual do que de formato.

A narrativa de Onde Nascem os Fortes'' último capítulo exibido nesta segunda-feira (16/07) foi a que mais se aproximou da de produções da HBO, Fox ou Netflix. Vejo como um marco nesse processo de serialização das novelas''. Poucos núcleos, ambientes e personagens em uma trama condensada ok, também características das minisséries. Contudo, uma linguagem marcada por reviravoltas e ótimos ganchos a costurar os episódios características presentes nas mais badaladas séries do momento (também percebidas em Avenida Brasil).

Entretanto, Onde Nascem os Fortes'' não abandonou o teor folhetinesco, tão caro aos brasileiros: paternidade desconhecida é um clichê dos mais visitados nas novelas. Trata-se aqui de um case de sucesso da hibridação novela + série. A bem da verdade, as séries lá fora já conversam com o folhetim há muito tempo (novelização das séries). O que são Dallas'' e Dinastia'' senão novelões descarados? A única diferença era a interrupção por temporadas, como nas séries.

Uma questão a considerar é que os Estados Unidos, país que não tem enraizado culturalmente o folhetim em sua produção audiovisual, muitas vezes bebe dessa fonte, sem ter ciência disso ou sem assumir. O povo brasileiro (e o mexicano, o argentino, o venezuleano, o cubano), expert em novelas, reconhece claramente os recursos narrativos folhetinescos em séries de lá.

PS1: As cultuadas séries A Casa de Papel'' e Merli, exibidas na Netflix, espanholas que são, carregam em sua narrativa todo aquele tempero latino que conhecemos tão bem.
PS2: Conscientemente ou não, voluntariamente ou não, assumindo ou não, a hibridação ocorre em vários países, produtores de novelas ou séries. Ainda: boa fatia da audiência nas TVs e plataformas sob demanda nos Estados Unidos é latina.
PS3: A Turquia, Índia e Coreia de Sul também são mundialmente reconhecidos por suas telenovelas.

Onde Nascem os Fortes''

Que produção espetacular! Direção (José Luiz Villamarim e equipe), roteiro (Sérgio Goldenberg, George Moura e equipe) e elenco. É muito difícil citar alguns atores e deixar outros de fora só porque tiveram papeis menores na trama ou foram coadjuvantes. Temos aqui um primoroso trabalho de direção de atores, com harmonia e simbiose poucas vezes vistas na televisão.

O único senão foi a morosidade da trama no primeiro mês de exibição: ficou a sensação de que houve um start, depois a história andou em círculos por um mês para finalmente deslanchar. A supersérie fecha com uma média geral em torno dos 18 pontos no Ibope da Grande São Paulo. No último mês de exibição, a média foi de 20 pontos (21 nas duas últimas semanas). A média geral poderia ter sido maior, não fosse o período em que a trama empacou e os horários de exibição eram díspares (antes da Copa): dava 15, 16 pontos.

Mas nem isso tirou o brilhantismo do projeto e o resultado final.
Texto que escrevi por ocasião da estreia: Onde Nascem os Fortes'' sugere suspense psicológico em sertão sensorial.
E minha entrevista com Villamarim e George Moura antes da estreia: Onde Nascem os Fortes'' propõe uma imersão profunda no sertão, diz diretor.

(*) A narrativa de toda telenovela é seriada (dividida por capítulos, com ganchos). Tomo a liberdade para chamar de serialização das novelas'' a incorporação de características de séries (o formato) nas telenovelas .

https://nilsonxavier...fera.uol.com.br


#107
jonatan

jonatan
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:willy:

La "Animales Nocturnos" brasilena (la parte del desierto de esa pelicula :xD: )


#108
braga

braga
Bello, potente y salvaje final. Tremenda producción. Tremendo elenco. Villamarim se lució. Que venga luego Troia.


#109
Tyrant

Tyrant
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  • Ubicación:Dentro De Ti - Javiera Mena.mp3

quien era el asesino al final?



#110
braga

braga

quien era el asesino al final?


Ramiro y Ramirinho


#111
vecinita

vecinita
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  • Ubicación:Condado de Tabarnia

Muy buena realización x los capítulos que vi.






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