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OFICIAL | “Os Dias Eram Assim”: ¡FINALIZADA! Superserie de las 11. Escrita por Angela Chaves e Alessandra Poggi


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157 respuestas a este tema

#141
Mahler

Mahler
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Mesmo didática, Os Dias Eram Assim acerta na abordagem à AIDS

osdiaseramassim_reproducao_nanda2.jpg

A supersérie Os Dias Eram Assim não consegue escapar do didatismo em suas abordagens, muitas vezes se valendo de imagens de arquivo para explicar ou ambientar a trama (arregimentando assim o público movido pela memória afetiva). Na primeira fase, retratou os Anos de Chumbo (início da década de 1970). Na sequência, a Anistia (1979) e, depois, as Diretas Já (1983-1984).

Neste momento, em que a história passa pelo ano de 1986, a trama política se esvaziou. Da trama central, só sobrou o imbróglio amoroso envolvendo os protagonistas. Ganha então destaque a personagem Nanda (Julia Dalavia), que descobriu ter Aids em uma época em que pouco se conhecia sobre a doença e o diagnóstico tinha o peso de um atestado de morte. Nanda está sendo a personagem mais interessante de Os Dias Eram Assim, a que rende mais.

No capítulo dessa segunda-feira (21/08), o didatismo, tão criticado em teledramaturgia, trabalhou a favor da trama. Durante o intervalo comercial, a emissora exibiu um filme da campanha de prevenção à Aids da UNAIDS (*). E, ao final do capítulo, o alerta: Aids ainda não acabou. Didático porém inserido em uma campanha de esclarecimento, pertinente à pauta do merchandising social proposto. O assunto já havia sido discutido, pela manhã, no programa Encontro, com a participação de Julia Dalavia.

Com o diagnóstico médico, Nanda revelou que tem o vírus HIV à mãe Kiki, à irmã Alice e ao mordomo Sandoval (Natália do Valle, Sophie Charlotte e Ricardo Blat). Em uma sequência emocionante, Julia Dalavia carregou na emoção na medida certa, dando credibilidade ao texto didático. Foi uma cena densa, bem dirigida, que contou com o talento dos atores envolvidos.

Deve-se ressaltar que a jovem Julia Dalavia vem de uma sequência de ótimos trabalhos na televisão: Tereza na primeira fase da novela Velho Chico e Mayara na série Justiça. É uma das promessas da novíssima geração de atores.

Quanto a Os Dias Eram Assim, no afã de atirar para todos os lados, acerta às vezes.

https://nilsonxavier...fera.uol.com.br



#142
Mahler

Mahler
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Os truques de Os Dias Eram Assim para disfarçar sua trama central fraca

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A novela das seis da Globo, Novo Mundo, parece ter em suas reservas um arsenal inesgotável de boas ideias. Um exemplo de história que não cansa, se reinventa, corre na dianteira e não perde o fôlego. Ainda que faça uso de clichês surrados em vários entrechos, segue firme e forte em sua reta final sem o menor sinal de barriga. Estreia feliz de Thereza Falcão e Alessandro Marson como autores solo.

Na contramão, corre Os Dias Eram Assim, a atração das onze da noite. A supersérie tem seus momentos fortes, como a abordagem à AIDS através da personagem Nanda (Julia Dalavia) (escrevi AQUI), bem conduzida pelas autoras Ângela Chaves e Alessandra Poggi. E um elenco de respeito: Marco Ricca, Natália do Valle, Cássia Kiss e outros.

No entanto, não se pode dizer o mesmo da trama central, a que a sustenta e na qual está o foco na maior parte do tempo. As relações dos casais protagonistas Vitor-Alice-Renato-Rimena-Gustavo se esgotaram há muito tempo, quando Alice descobriu que Renato estava vivo. Só sobraram mesmo os clichês mais batidos, ali usados descaradamente.

Já acusei anteriormente as duas novelas de usarem tramas muito parecidas. Mas são dois exemplos díspares do uso do clichê folhetinesco. Novo Mundo o faz a seu favor porque ele está envolto em boas ideias, em meio a personagens carismáticos e humanos. Além de cercada de personagens maniqueístas e, digamos, chatos, a trama de Os Dias Eram Assim padece de estofo, de sustança.

Para disfarçar uma história central previsível e que não se sustenta sozinha, Os Dias Eram Assim faz uso de alguns recursos. A trilha sonora repleta de clássicos da MPB arregimenta os amantes de boa música. As imagens de arquivo mexem com a memória afetiva do público. E abordagens pontuais a temas considerados tabu geram algum buchicho momentâneo como as arbitrariedades dos Anos de Chumbo e, agora, os primeiros anos da AIDS.

No mais, a supersérie de super não tem nada.

https://nilsonxavier...-central-fraca/


#143
Lon

Lon
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Es cierto que hoy hubo un trio y un beso lesbico? :janin4:


#144
Lon

Lon
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El trio ya lo vi. Meu pai que suruba :ella:


#145
Mahler

Mahler
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Daniel de Oliveira e Marco Ricca gravam cenas secretas dos últimos capítulos de 'Os dias eram assim'

vitor-amaral-rd.jpg

Os últimos capítulos de Os dias eram assim têm cenas secretas envolvendo os personagens Vitor (Daniel de Oliveira) e Amaral (Marco Ricca). Só os atores envolvidos receberam o material. As autoras, Angela Chaves e Alessandra Poggi, não escreveram desfechos alternativos.

Patricia Kogut


#146
Mahler

Mahler
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Sem fôlego na reta final, Os Dias Eram Assim se arrasta por mais uma semana

os_dias_eram_assim_alice_sophie_charlott

Os Dias Eram Assim se arrastará por mais dez dias até exibir seu último capítulo. Com 20,9 pontos de média em São Paulo, a novela das onze é considerada um sucesso maior do que Verdades Secretas (2015), mas chega à reta final sem fôlego. Há uma contradição entre a apatia da trama e os números de audiência, turbinados por A Força do Querer.

O que o público verá nos cinco capítulos que restam até o dia 18, uma segunda-feira? A eterna sofrência dos mocinhos e o destino trágico de alguns personagens, como manda o clichê do gênero. O assassinato de Arnaldo (Antonio Calloni) ressurgirá das cinzas para quem ainda lembrar dessa história. O grande algoz do enredo, Amaral (Marco Ricca), por ironia ou não, terminará na política e com carreira promissora.

Inicialmente pensada para ser uma novela das seis, a produção, a primeira a ganhar o título de surpersérie da Globo, começou a perder fôlego ainda no primeiro mês de exibição. Mas virou o jogo no Ibope graças a uma estratégia da emissora.

A trama sempre ia bem às segundas-feiras, exibida logo após A Força do Querer. E ia mal às quintas, quando passava depois da série Vade Retro. A Globo simplesmente trocou a novela de lugar com a finada série, e o ibope pulou da casa dos 12 pontos para mais de 20 nesse dia da semana.

A história do folhetim ganhou alguns ajustes, mas seguiu o curso já traçado na sinopse. Mesmo assim, não conseguiu repercussão nem com cenas mais ousadas, bem dirigidas e fortes, como de estupro, assassinatos, sexo a três e tortura.

Se despede com mais pontos negativos a serem destacados do que positivos.

Entre seus acertos, estão a abordagem delicada e realista da Aids nos anos 1980, a história do país ambientando o romance em plena Ditadura Militar (1964-1985) e a boa atuação do elenco.

Mocinha manipulada e cega
Alice (Sophie Charlotte) entrou em cena como uma heroína ousada, rebelde, apaixonante. Aos poucos, virou uma mulher manipulada e cega. Não perdeu alguns de seus encantos, mas foi difícil engolir tanto choro em cena.

Casal gay sem pegada, sem carisma
Uma das tramas que mais prometia era a do cantor Leon (Maurício Destri), pois encenaria a revolução sexual e exaltaria as artes. Sua paixão por Rudá (Konstantinos Sarris) foi desenvolvida, mas muitos telespectadores nem deram bola para o casal. Fora do armário, eles continuam trancados na falta de emoção que a relação passa.

Falta de ritmo e muita repetição
O ritmo pausado e didático deu sono. A trama teve ainda repetições: dois estupros seguidos; mocinha dopada pelo marido duas vezes; Amaral e Vitor surtando com seus copos de uísque nas mãos.

Estrelas para Maria Casadevall e Julia Dalavia
Daniel de Oliveira (Vitor) fez da trama seu palco, Marco Ricca (Amaral) deu raiva várias vezes e Susana Viera (Cora) também. O elenco teve ótimos momentos em cena, mas Maria Casadevall (Rimena) e Julia Dalavia (Nanda) merecem mais aplausos. Duas personagem fortes, complexas e bem defendidas por suas intérpretes.

Aids nos anos 1980
Se Julia Dalavia comoveu com o drama da Aids na novela é porque o texto de Angela Chaves e Alessandra Poggi foi sensível e realista. Deixou todo o núcleo de Nanda atordoado. E ainda resgatou uma memória que estava esquecida e serve de alerta.

Aula de história para novas gerações
Os "Anos de Chumbo" ambientaram o folhetim e promoveram aulas de história para o brasileiro. O telespectador viu o que motivou o Golpe de 1964 e como o regime militar agiu durante anos, calando quem ia contra. Também propôs uma reflexão sobre o cenário político, mostrando esquemas de corrupção nas décadas de 1970 e 1980 _e que perduram até hoje.

http://noticiasdatv....ma-semana-16708


#147
Milana

Milana
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O elenco de “Os dias eram assim” já terminou de gravar a supersérie, mas Daniel de Oliveira e Sophie Charlotte foram convocados às pressas para “sequências ultrassecretas”. O ator teve cenas ontem. Já a atriz voltará aos estúdios na segunda-feira, dia em que a produção chega ao fim.


Editado por Milana, 14 septiembre 2017 - 08:39 hrs..


#148
Mahler

Mahler
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Culpado por morte nem estava em Os Dias Eram Assim na época do crime

osdiaseramassimernesto.jpg

Exibida no final de maio, a morte de Arnaldo (Antonio Calloni) em Os Dias Eram Assim foi esclarecida no capítulo desta quinta-feira (14), quase quatro meses depois. A solução do quem matou foi original: Ernesto (José de Abreu), que confessou o crime (cena acima), não era personagem da supersérie na época do crime.

Esta solução surpreendeu todo mundo. O empresário Arnaldo foi assassinado no final da primeira fase da trama, na década de 70. Ele estava internado, quando alguém entrou em seu quarto no hospital e o matou.

Na época, o site Noticias da TV informou que o crime não constava nos capítulos originais e foi inserido em cenas enviadas aos atores posteriormente. Três eram os suspeitos iniciais: Cátia (Bárbara Reis), Josias (Bukassa Kabengele) e Amaral (Marco Ricca). Na reta final, Gustavo (Gabriel Leone) foi acusado pela morte do vilão.

Ernesto, um militar reformado, só entrou em Os Dias Eram Assim quando a trama avançou para a década de 80. Seria difícil algum espectador imaginar que um personagem que não existia na época da morte de Arnaldo pudesse ter cometido o crime. Um absurdo, protesta o leitor Mr. Novela, que me escreveu para comentar a cena.

Podemos dizer que as autoras, Ângela Chaves e Alessandra Poggi, fizeram mágica, ou recorreram a um golpe baixo, para surpreender os espectadores.

https://mauriciostyc...epoca-do-crime/


#149
Milana

Milana
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Final de "Os Dias Eram Assim" traz mais alívio que saudade Reprodução/ TV Globo Publicado em 18/09/2017 às 23:38:20 , atualizado em 18/09/2017 às 23:49:48 Por: Diogo Cavalcante Depois de se arrastar por cansativos 88 capítulos, a supersérie... Veja mais em: https://natelinha.uo...dade-110649.php



#150
Mahler

Mahler
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Com trama política esgotada, sobrou clichê em "Os Dias Eram Assim"

osdiaseramassim_reproducao89.jpg

Encerrada nessa segunda-feira (18/06), Os Dias Eram Assim foi a primeira novela a receber o nome de supersérie. O intuito é diferenciar essas produções das novelas exibidas nos tradicionais horários das 6, 7 e 9 da noite. E também pelo fato de não ser contínua (como as demais novelas), mas por acontecer uma vez por ano (só retorna ano que vem). Todavia, nada de super foi visto em Os Dias Eram Assim, a não ser uma trama batida, mal alinhavada, repleta de clichês e personagens maniqueístas. Curiosamente, apesar das falhas na trama e no texto, é a novela das 23 horas com a maior média final de audiência (Ibope da Grande SP) desde que a faixa foi implantada, em 2011. Veja os números:
O Astro (2011): 19
Gabriela (2012): 19
Saramandaia (2013): 15
O Rebu (2014): 15
Verdades Secretas (2015): 20
Liberdade Liberdade (2016): 18
Os Dias Eram Assim (2017): 21

Na realidade, são dados que não servem de parâmetro para comparação, já que a Globo foi espertinha ao alterar o horário de exibição de Os Dias Eram Assim às quintas-feiras para depois de A Força do Querer, aproveitando-se do grande Ibope que a novela vem alcançando para alavancar a supersérie. Deve-se levar em conta também que as primeiras tramas das onze foram exibidas às quartas-feiras, tarde da noite, após o futebol, naturalmente com a audiência menor. Depois, às segundas-feiras após o filme da Tela Quente (também audiência menor), diferente dos últimos anos em que os capítulos das segundas passaram a iniciar após a novela das nove, usufruindo de um público maior diante da TV.

Escrita pelas estreantes Ângela Chaves e Alessandra Poggi, Os Dias Eram Assim foi originalmente concebida para ser uma novela das seis. Deslocada para um horário tardio, a trama ganhou uma abordagem mais condizente com a faixa e seu público. A supersérie abraçou temas polêmicos (a repressão do governo militar e os primeiros anos da Aids) que, somados à roupagem bonita (fotografia, direção cinematográfica e trilha sonora de clássicos da MPB), serviram apenas para disfarçar uma trama central insuficiente para sustentar os cinco meses em que esteve no ar. Sobrou tempo e clichê e faltou originalidade.

A bem da verdade, a história de Os Dias Eram Assim esgotou-se antes de sua metade, quando a mocinha Alice (Sophie Charlotte) descobriu que o amado Renato (Renato Góes) estava vivo. Até então, a novela seguiu com uma trama apoiada na abordagem política, com destaque para as cenas de tortura, bem dirigidas e interpretadas, envolvendo os personagens de Antônio Calloni, Marco Ricca, Gabriel Leone, Bárbara Reis e Mariana Lima. Com o avanço da história para o ano de 1984 e o fim do Regime Militar na trama, ficou o rame-rame do vilão enlouquecido Vitor (Daniel de Oliveira repetindo um tipo que já havia interpretado anteriormente) sedando a mocinha de Sophie Charlotte (três vezes!), enquanto o policial Amaral (Marco Ricca) tocava o terror com seus desafetos.

Sem ter mais para onde seguir, a trama central cansou e restou a panfletagem política rasa em meio a imagens reais de arquivo que assassinaram a ordem cronológica dos fatos. A cronologia também foi abertamente ignorada na trilha sonora (tocou música de Legião Urbana nos anos 70 e de Chico Science nos 80, por exemplo). Liberdade poética ou não, as incongruências já eram percebidas na proposta atemporal dos figurinos e caracterizações de atores o que apenas confundiu o público, que não reconheceu nas roupas e penteados dos personagens as épocas retratadas. Muitos erros cronológicos diante da pretensão de reconstituir fatos históricos de relevância para o seguimento da ação.

Ganhou então destaque a personagem Nanda (eficientemente vivida pela jovem atriz Júlia Dalávia), vítima da Aids em uma época em que pouco se conhecia sobre a doença e o seu diagnóstico representava uma sentença de morte. Ainda que didática em várias ocasiões (como no discurso de Nanda para seus amigos sobre o perigo da nova doença), a abordagem emocionou e foi acertada principalmente ao desassociar a Aids dos homossexuais (primeiro grupo de risco catalogado na época).

Ainda que ineficiente em sua narrativa, vale destacar o elenco bem escalado com atores que suaram para dar credibilidade a personagens maniqueístas em situações clichês. Júlia Dalávia foi o destaque no elenco jovem. Mas foram os veteranos que se sobressaíram, principalmente Marco Ricca (Amaral), Antônio Calloni (Arnaldo), Natália do Valle (Kiki), Susana Vieira (Cora), Cássia Kiss (Vera) e Mariana Lima (Natália).

O rapto da mocinha pelo vilão coroou o final previsível dessa trama clichê. Desestimulante. A faixa das onze da noite pede narrativas mais elaboradas. A Globo já exibiu produções melhores no horário.

https://nilsonxavier...fera.uol.com.br


#151
Reiner Braun

Reiner Braun
  • Sexo:No especificado
  • Ubicación:tu mamá

Re fácil ser la novela con más rating cuando tuvieron que salvarla dándola después del boom de Gloria :abanico: esos puntos que les dejaban los lunes hicieron la diferencia :lilith:


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#152
Mahler

Mahler
  • Sexo:Hombre
  • Ubicación:Mansão Mahler

Re fácil ser la novela con más rating cuando tuvieron que salvarla dándola después del boom de Gloria :abanico: esos puntos que les dejaban los lunes hicieron la diferencia :lilith:


Protegidisima y colgadisima :abanico:

Así cualquiera :pobreza:

Hasta tuvieron el descaro de dar el último capítulo un día lunes, mientras que el de VS que era todo un éxito fue exhibido un día viernes :atroz:

  • A Reiner Braun le gusta esto

#153
Maky

Maky
  • Sexo:Mujer
Más colgada y se muere :malula:


#154
Tyrant

Tyrant
  • Sexo:Hombre
  • Ubicación:Dentro De Ti - Javiera Mena.mp3

riqueza :lider: algún dia la veré

 

duró más de lo que creí que duraría eso sí :mm: no le daba más de 60 caps


Editado por Tyrant, 19 septiembre 2017 - 00:41 hrs..


#155
Danilo S.

Danilo S.
  • Sexo:Hombre

Terminó hoy? Yo ni enterado.

 

Por cierto, vaya edición que Globo le da en Brasil a las series de la madrugada. Revenge con episodio de 21 minutos  :malula:



#156
Milana

Milana
  • Sexo:Mujer

Protegidisima y colgadisima :abanico:

Así cualquiera :pobreza:

Hasta tuvieron el descaro de dar el último capítulo un día lunes, mientras que el de VS que era todo un éxito fue exhibido un día viernes :atroz:

Imaginate VS dada después de A forza 40 puntos. 



#157
MandyWCE

MandyWCE
  • Sexo:No especificado
  • Ubicación:Vitória, ES - Brasil
  • Intereses:Telenovelas, séries, peliculas, musica y todo de la cultura pop en general.

Terminó hoy? Yo ni enterado.
 
Por cierto, vaya edición que Globo le da en Brasil a las series de la madrugada. Revenge con episodio de 21 minutos  :malula:


Es rep.

Cuando la dieron por primera vez iba enterita


#158
Danilo S.

Danilo S.
  • Sexo:Hombre

Es rep.

Cuando la dieron por primera vez iba enterita

 

Sí, mi mamá la veía. Iba después de Fantástico y después la última temporada en las vacaciones de Jô, eso creo.


Editado por Danilo S., 19 septiembre 2017 - 21:53 hrs..





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